O governador Pedro Taques (PSDB) deve mesmo disputar a reeleição no ano que vem. O aviso foi dado aos deputados estaduais que compõe a base de Taques na Assembleia, em um jantar na casa do presidente da AL, Eduardo Botelho (PSB). O governador deixou claro que o intuito é tentar concorrer a um segundo mandato.

O presidente da AL disse que o governador foi bastante aberto ao afirmar que tem interesse em continuar no cargo por mais quatro anos e que está trabalhando para isso. Prova disso é que o governador está mais presente e buscando soluções para problemas que desde outras gestões vem se arrastando.

Em Rondonópolis, por exemplo, Taques deu andamento às obras de canalização do Canivete, que começou ainda na gestão de Blairo Maggi e há quase oito anos o projeto vem se arrastando. O governador também foi decisivo no projeto da Unemat, pois deu todas as garantias necessárias para que a cidade recebesse mais uma escola pública de ensino superior.

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No entanto, caso o governador seja mesmo candidato, ele vai ter que reconstruir parte da base de partidos que fez parte do arco de alianças nas eleições de 2014. O PSB e o PSD, por exemplo, estão ensaiando aderir um projeto alternativo, organizado pelo senador Blairo Maggi, que poderia ter o deputado federal Adilton Sachetti ou o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes como adversários.

Outro projeto que está sendo trabalhado é do senador Wellington Fagundes (PR) , que poderia unir apoio do PMDB e do PT, além de outros partidos que podem ser excluídos do arco de alianças dos demais grupos que estão se formando.

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