20 de abril de 2021
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    Travesti é encontrada morta com faca cravada no rosto

    Polícia Militar foi acionada e encontrou o corpo da travesti dentro da quitinete onde ela morava (Foto: Lucas Torres/Portal Sorriso)
    Polícia Militar foi acionada e encontrou o corpo da travesti dentro da quitinete onde ela morava (Foto: Lucas Torres/Portal Sorriso

    Elton da Silva Teixeira, 25 anos, foi encontrado morto nesta terça-feira (7), dentro da quitinete onde morava, no bairro São Mateus, em Sorriso, a 630 de Rondonópolis. Segundo a Polícia Civil, ele era um travesti que era conhecido como Nicole, a vítima foi assassinado a facadas. Ninguém foi preso pelo crime até o momento.

    Vizinhos desconfiaram que algo estava errado após não ver Nicole sair da quitinete nesta terça-feira (5) (Foto: Lucas Torres/Portal Sorriso)
    Vizinhos desconfiaram que algo estava errado após não ver Nicole sair da quitinete nesta terça-feira (5) (Foto: Lucas Torres/Portal Sorriso)

    De acordo com a divisão de homicídios da Polícia Civil de Sorriso, que investiga o caso, os vizinhos ouviram barulhos na quitinete em que a travesti morava na noite de segunda-feira (4), mas apenas desconfiaram que havia acontecido algo, porque não viram Nicole sair da casa pela manhã.

    Vizinhos que acionaram a PM e o Corpo de Bombeiros disseram ter ouvido barulhos na quitinete na noite de segunda-feira (4) (Foto: Lucas Torres/Portal Sorriso)
    Vizinhos que acionaram a PM e o Corpo de Bombeiros disseram ter ouvido barulhos na quitinete na noite de segunda-feira (4) (Foto: Lucas Torres/Portal Sorriso)

    Os vizinhos acionaram a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. O corpo foi encontrado caído dentro da quitinete, apresentando vários ferimentos de facadas pelo corpo e ainda com a arma do crime cravada no rosto. Segundo a Polícia Civil, a vítima usava apenas trajes íntimos.

    Balanço

    De janeiro a agosto, quatro travestis foram assassinadas em municípios de Mato Grosso, segundo levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT). Os casos, todos com requinte de crueldade, foram registrados em Rondonópolis, Primavera do Leste, Sorriso e Várzea Grande, entre os meses de abril e julho deste ano.