O ano de 2017 começou com prenuncio de que seria um ano difícil no mundo jurídico/político. Perdemos um dos melhores juízes que nosso País já teve. O ministro do STF Teori Zavascki, que morreu em um acidente de avião no Rio de Janeiro.

Na sequência, vimos o presidente Michel Temer em conversa nada republicana, com o empresário Joesley Batista, ficando marcada a célebre frase: Tem que manter isso aí, viu?

Logo depois o deputado Rocha Loures, sai correndo com uma mala cheia de dinheiro.
Tivemos também a primeira condenação criminal do ex-presidente Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

As prisões tiveram também grande destaque no ano de 2017. Figuras ilustres foram encarceradas: os irmãos Joesley e Wesley Batista donos da JBS, Geddel Vieira Lima (do apartamento de 51 milhões), Anthony Garotinho, Eike Batista, Paulo Maluf, entre outros.

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No nosso Estado o rumo fora o mesmo. Tivemos duas grandes operações, que mexeram com a estrutura do governo do Estado. O caso dos grampos e das fraudes na secretária de educação, além de gerar diversas prisões, causou perplexidade naqueles que acreditavam que o atual governo do estado seria diferente.

Em resumo, não tivemos avanço no plano político, mas sim no combate a corrupção. Sem dúvidas, era preciso dar continuidade neste processo de depuração dos políticos corruptos.

Todavia é fato que neste ano vindouro precisamos de mais que isso.

Um país não evolui pura e simplesmente combatendo a corrupção, precisamos de muito mais. Precisamos de avançar em nossas políticas públicas, em especial na área da educação e da saúde. E para isso temos a grande chance no ano de 2018.

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Neste ano, teremos eleições para presidente da república, governador do estado, senador e deputados federais e estaduais. Cabe a nós, eleitores brasileiros, escolher os representantes que mais se aproximam daquilo que queremos.

Vamos ficar atentos aos passos de cada um dos pretensos candidatos para que, quando chegar o momento, possamos eleger políticos honestos (o que deveria ser obrigação de todos), mas que sobretudo pensem na coletividade e possam implementar programas que beneficiem a população em geral.

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