Imagem: Kennedy Sales
Foto: assessoria

A criação de um polo moveleiro com foco nas micro e pequenas indústrias, a reativação das caravanas do setor para visita a feiras e indústrias fora de Mato Grosso e retomada da realização da festa dos marceneiros (em alusão ao Dia de São José, 19 de março) foram algumas das propostas apresentadas pelo empresário Kennedy Sales para a retomada do desenvolvimento do setor moveleiro do Estado.

Kennedy é pré-candidato à presidência da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e se reuniu com um grupo de 12 empresários da indústria de móveis de Mato Grosso. Entre eles, o empresário José Carlos da Silva, que atua na fabricação de móveis há 35 anos.

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“O setor de móveis de Mato Grosso perdeu espaço com o passar dos anos. Tínhamos a feira de móveis, a festa do Marceneiro no dia de São José e perdemos tudo isso”, reclama.

De acordo com o empresário, as propostas de Kennedy trouxeram esperança ao setor. “A garra e determinação do Kennedy para fortalecer o setor moveleiro nos deu novo ânimo. Acredito que se a FIEMT tiver um presidente que ouve as nossas demandas, independente do governo e que pense no coletivo será possível um novo cenário”, avalia.

José Carlos revela que muitos empresários do setor não estão sindicalizados por estarem insatisfeitos com a atuação dos seus representantes. “Estima-se que em Cuiabá e Várzea Grande existam 600 a 700 empresas de móveis e estão no sindicato apenas 40, não representa nem 5% do setor”, revela.

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O empresário relata que os moveleiros estão desapontados com a atual gestão da FIEMT e a renovação do grupo pode dar novo folego para o setor. “O atual presidente é filho do setor moveleiro e nunca fez nada pelo setor, pelo contrário”, critica. “Há uns três anos iniciamos uma proposta de construir um polo moveleiro em Várzea Grande, chegamos a receber a indicação da Assembleia Legislativa para um terreno na Cidade Industrial, mas não tivemos respalda da FIEMT. Agora o Kennedy abraçou essa ideia e estamos bem animados”, conta José Carlos.

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