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Estrutura que era de madeira ficou completamente destruída (Foto: Rogério Pereira de Melo/ Prefeitura de Nova Bandeirantes-MT)

Juliano Rocha, 26 anos foi morto a tiros neste domingo (13), dentro de sua casa, em Apiacás (a 1230 km de Rondonópolis). Juliano era investigado por participar do incêndio criminoso que aconteceu na Prefeitura de Nova Bandeirantes, em outubro de 2017. O caso é investigado pela Polícia Civil e há indícios de ‘queima de arquivo’.

As investigações dão que, o prefeito Valdir Pereira dos Santos (PSB), estaria diretamente ligado ao crime. Conforme depoimentos de Juliano Rocha prestados à polícia, na época do crime, ele e o outro comparsa Juliano Guedes, em uma reunião na chácara do prefeito, teriam decidido apontar outros 10 nomes como acusados de serem os mandantes.

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O caso

Na madrugada do dia 2 de outubro, na ocasião, a sede da administração municipal foi destruída, após dois homens renderem o vigilante do prédio e atearem fogo no local.

Os criminosos não roubaram nada do local e os únicos documentos que sobraram foram de arquivos antigos do município, uma vez que o fogo foi contido antes desses documentos serem atingidos. O fogo pegou, onde ficavam guardados documentações de RH, Licitações, Tributos, Contabilidade e Compras.

Outro investigado no caso, Juliano Guedes afirmou à Polícia Civil que teria sido contratado para o crime, mas que “terceirizou” a ação pagando a outras pessoas para cometer o incêndio.

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