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A reforma Escola Estadual Emanuel Pinheiro está atrasada – Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

Os problemas da escola da Escola Estadual Emanuel Pinheiro (EEEP), começaram no início deste ano.  Os estudantes tinham que conviver com problemas nas instalações. Em dias de chuvas, as goteiras eram comuns nas salas de aula.

Diante disso, o governo anunciou a reforma de mais de R$ 600 mil na unidade. Fazendo reparos no telhado, pintura, banheiros e uma nova instalação elétrica que até o momento não foi concluída e se tornou um problema.

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Com aluguel atrasado, os alunos podem ser despejados do imóvel alugado – Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

Os alunos estão assistindo as aulas em um prédio alugado pelo governo do Estado e que há dois meses não recebe os valores de aluguel acordado. Se até o dia 15 de agosto, não for regularizado os diretores do imóvel já avisaram a Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc), que os estudantes serão despejados da unidade.

A empresa contratada pela reforma alega atraso nos pagamentos e o imóvel alugado também diz ter valores em aberto por parte do governo.

Os pais que ajudaram na mudança pagando o frete dos moveis até o espaço alugado, temem que seus filhos percam o ano letivo.

Em contato com a Seduc, sobre a obra da E.E. Emanuel Pinheiro, em Rondonópolis, fomos informados que:

1 – A obra da unidade foi lançada em 2017 e está em andamento desde fevereiro deste ano. Orçada em R$ 600.740, 21, a unidade ganhará novo telhado, pintura, banheiros e uma nova instalação elétrica;

2 – A empresa responsável pela construção protocolou um pedido de paralisação dos trabalhos. Os motivos e argumentações para tal estão sendo analisados pelo setor jurídico da Secretaria. Porém, a obra não poderá ser paralisada até que seja declarado se há ou não legalidade na solicitação;

3 – Com relação ao prédio locado para atendimento aos estudantes, enquanto a obra da construção não é concluída, a Seduc informa que está negociando a renovação do contrato, garantindo assim, a continuação do ano letivo de 2018, sem prejudicar alunos e profissionais da Educação;

4 – Destaca ainda que o pagamento dos contratos de construção e de locação deve ser realizado após a quitação da folha salarial dos servidores, no dia 10/08;

5 – Por fim, ressalta que a gestão da Seduc está atuando para resolver a situação o mais rápido possível, visando zelar pela qualidade do ensino-aprendizado dos estudantes, bem como da qualidade de trabalho aos profissionais da Educação.

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