Em nossas comunicações diárias temos algumas barreiras que nos impedem de interagir de verdade com o outro como o egocentrismo, a frustração e a inibição. A liberação desenfreada de sentimentos também se coloca como um obstáculo à fluência comunicativa, mas será que os sentimentos comunicam?

Os sentimentos nos proporcionam informações de extrema relevância sobre nosso interlocutor, o que melhora, significativamente, as chances de obter êxito nas transmissões e recepções de mensagens. Esse ponto vai muito além do que apenas “se dar bem” com as pessoas.

Atualmente, as empresas tem demitido muito mais por fatores comportamentais do que por fatores técnicos. Dificuldades em aceitar mudanças, acatar a autoridade de um novo líder ou até mesmo se portar de forma intolerante em relação às outras pessoas da equipe são atitudes que podem ser decisivas na hora de um gerente demitir ou não um colaborador.

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As dificuldades de relacionamento pessoal começam a aparecer nos primeiros meses de trabalho de um novo funcionário, no entanto, muitas empresas fazem uso de técnicas em entrevistas para detectar indícios que apontem para uma possível dificuldade no âmbito das relações humanas. Isso é percebido na forma como o candidato comunica os seus sentimentos.

Algumas vezes, são realizadas algumas perguntas que aparentemente não possuem nenhuma conexão com o trabalho para o qual a pessoa está se candidatando. Como é sua relação com o seu pai? Você é separado? Qual é a lembrança mais marcante de sua infância?  Essas e outras perguntas revelam como o aspirante à vaga enxerga a vida com base nos seus sentimentos.

Outras empresas realizam dinâmicas em grupo, com o objetivo de deixar os concorrentes pela vaga bem à vontade. Desse modo, são fornecidas pistas essenciais sobre a postura dos candidatos, visto que eles estarão entretidos com as tarefas a serem realizadas durante a dinâmica.

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Gary Chapman, autor de “As Cinco Linguagens do Amor”, acredita que os sentimentos comunicam sim. Mais do que isso, o escritor defende que os sentimentos no caso o amor possui uma linguagem própria.

O livro de Chapman se dedica a estudar e aprimorar a comunicação nos relacionamentos amorosos. Para isso, ele identifica as cinco linguagens que são: palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, atos de serviço e toque físico. Cada uma dessas linguagens carrega consigo a forma como cada pessoa se sente amada.

O autor propõe então que seja feita uma troca de informações com a pessoa amada. Mostramos qual é a nossa linguagem do amor assim como tomamos conhecimento da linguagem primária de nosso amor.

Todavia, mais do que um livro sobre relacionamento amoroso, As Cinco Linguagens do Amor nos faz refletir a respeito das linguagens presentes em diversos sentimentos e como podemos compreende-las, no intuito de melhorar nossa interação, seja em casa, ou no trabalho.

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Quando, por exemplo, uma pessoa está com medo, podemos notar essa condição não só em suas palavras como também na sua linguagem corporal. Se o medo não for tratado evolui para uma raiva, a qual pode gerar uma série de atitudes que danificam a comunicação.

Por isso que é importante detectar o fluxo de sentimentos trazidos pela linguagem, no intuito de administrar as interações que ocorrem em ambientes familiares ou laborais. Com base nessas informações, conseguimos construir um clima favorável à interação, o que faz com as pessoas se sintam mais felizes e realizadas.

Quer saber mais sobre Linguagens do Sentimento? Acesse: https://www.youtube.com/c/CaminhosdaLinguagem

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