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Manifesto promovido pela mãe ocorreu na Praça Brasil – Foto: Ricardo Costa / AGORA MATO GROSSO

Gleice Mara Dias que é a mãe biológica de uma menina de seis anos, fez um manifesto na Praça Brasil de Rondonópolis – MT, na manhã de sábado (22). O intuito do protesto é chamar a atenção da Justiça para o caso, que segundo ela não passou de uma armação dos tios da menina.

No mês passado, os tios colocaram a polícia atrás de Gleice. Ela foi acusada de raptar a menina dos pais adotivos. Segundo a denúncia dos tios, após a separação do marido, tanto ele quanto ela, não teriam interesse em ficar com a menina, por isso foi deixada com os tios paternos.

- Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO
Boletim de Ocorrencia sobre as agressões que segundo ela sofria- Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

Porém, Gleice rebate a acusação dos tios da menina e conta que apenas deixou a garota por algum tempo “Eu era agredida e ameaçada pelo meu ex-marido e pai da Maisa, ficava com medo e queria arrumar uma saída, então pedi para que eles cuidassem da minha filha pois iria tentar um serviço em Portugal. A procuração que deixei para ela era para que fizesse o passaporte da minha filha para ir depois” contou a mãe ao AGORA MT.

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- Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO
Revogação da procuração dada na época- Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

Ela contou ainda que dois meses depois de entregar a procuração a tia já estava entrando com o pedido de guarda definitiva da criança e por isso ela não chegou a fazer a viagem ejá entrou na justiça para ter a filha de volta. Sobre o rapto, a mãe afirma que só levou Maisa embora porque ela não queria voltar para a casa dos tios “Não me arrependo de ter trazido minha filha comigo, tive o prazer de ficar com ela por aqueles dias. Sou mãe e no momento só pensei na minha filha. A Polícia não teve que ir até a chácara onde eu estava para buscar minha filha, eu mesma pedi para um cunhado entregá-la” relatou a mãe.

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Maisa mora com os tios desde os 2 anos e 2 meses e irá completar 7 anos. A mãe e os tios continuam brigando na justiça pela guarda.

Gleice tem outras duas filhas, uma de 13 e outra de 17, que moram com a avó em Guiratinga.

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