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Rondonópolis e as eleições 2018 | Foto: Reprodução

Rondonópolis, segunda maior cidade do Mato Grosso é responsável por eleger políticos que se tornam conhecidos em todo o país e nas eleições 2018, o eleitorado tem chance de votar em representantes da região para atuar na Câmara Federal e Senado.
O município sempre expressou força política, tendo personalidades antigas representando como o ex-governador Rogério Salles e Blairo Maggi, que saíram da localidade atingindo alto posto em carreiras políticas.
Parte da população rondonopolitana adere cada vez mais a ideia de ter uma pessoa “da terra” como opção para voto, e no cenário atual nomes como o de Marildes Ferreira candidata a deputada federal com o número 4010, Wellington Fagundes candidato ao governo (22), Adilton Sachetti postulante ao senado (100), Thiago Silva (15152) e Rodrigo da Zaeli (45123) que disputam uma cadeira na Assembleia Legislativa, são citados pelo público antenado na política.
A problemática do momento é o fato de que aproximadamente 60% do eleitorado rondonopolitano, ainda não sabe em quem votar. E se os índices persistirem até o dia 07 de outubro, o município e a região sul correm o risco de não terem representantes políticos em busca de recursos para a localidade.
Nesta reta final, os candidatos percorrem as ruas e tentam ter visibilidade, apresentando propostas e correndo contra o tempo para expor a disposição do cargo político, já que, existem pessoas que conhecem o trabalho do postulante, porém, não sabem sobre a candidatura.
Falando sobre os deputados federais, Marildes Ferreira é a candidata mulher mais citada no município, e em suas abordagens sempre explica aos eleitores sobre a importância do voto, da ficha limpa e principalmente sobre a força política e deveres de um deputado federal da região. Ela deixa claro que irá trabalhar para todo o Estado, mas que terá um gabinete de atendimento ao público em Rondonópolis.
Reginaldo que é proprietário de uma empresa de Auto Escola considera extremamente importante essa questão. “Temos representantes na região do Araguaia, no norte do MT, e nós aqui do sul temos que ter também. No caso da Marildes, carregar o nome dela é leve, ela não tem envolvimento com corrupção é ficha limpa e qualificada” afirmou o empresário.
O momento é decisivo para todo o Estado, e muitas regiões articulam nomes para engrandecer e dar força política aos possíveis representantes em 2019. Os eleitores politizados da cidade estão buscando levar o nome dos políticos da região aos indecisos, a fim de garantir expressão, renovação e força tanto em Brasília quanto no próprio Estado.

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