Imagem: Marrafon
Foto: assessoria

O candidato a deputado federal Marco Marrafon (PPS) defende a ampliação do número de escolas integrais em Mato Grosso. Como secretário de Educação, ele foi o responsável pela implantação de 40 Escolas Plenas Integrais em diversos municípios do estado e, se for eleito no pleito deste ano, buscará recursos para dar continuidade a essa iniciativa, que mudou a vida de muitos estudantes mato-grossenses.

“É um modelo que demanda maior investimento do estado, mas trata-se de uma política estruturante, aquela que muda a vida das pessoas por gerações. Por isso, como deputado federal, vou trabalhar para aumentar o número de Escolas Plenas Integrais em Mato Grosso”, garante.

Antes de Marrafon assumir a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) Mato Grosso não contava com nenhuma escola integral. Além disso, a implantação de 40 unidades funcionando o dia todo foi feita em tempo recorde: apenas 1 ano e 10 meses.

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No ensino de período integral, os estudantes permanecem na escola das 7h às 16h30, recebem três alimentações diárias (café da manhã, almoço e lanche) e têm um acompanhamento mais próximo por parte dos professores, para reforço do conteúdo ofertado em sala de aula.

A grade curricular das Escolas Plenas tem o objetivo de promover a construção de conhecimento de forma que os estudantes tenham condições de atuar sobre o mundo que vivem e de construir seus projetos de vida.

“Quando falamos em escolas integrais, não significa apenas que o estudante passa o dia inteiro na escola. Nossas escolas são Plenas porque consideram a integralidade do ser humano, trabalhando todas as dimensões – cognitiva, de afetividade, corporeidade e espiritualidade – e necessidades do aluno”, ressalta Marrafon.

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O modelo resultou na redução nos índices de repetição, evasão escolar e também de criminalidade registrados nas escolas. É o caso, por exemplo, da Escola Estadual Rafael Rueda, o CAIC do bairro Pedra 90, onde era registrada uma média de 53 boletins de ocorrência de atos infracionais dos alunos por ano. Após a transformação da unidade em escola integral, esse índice reduziu para zero.

Nalberth German Will, estudante do ensino médio da Rafael Rueda, afirma que a escola melhorou muito após passar a funcionar em tempo integral e que essa melhoria também se refletiu na vida dos alunos.

“Agora passamos mais tempo na escola, estudando, ganhamos novas disciplinas que abordam a questão do caráter e formação do indivíduo e isso reduziu o número de brigas, ameaças e consumo de drogas na escola. Houve uma evolução muito grande, principalmente dos alunos que são mais problemáticos”, relata.

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