Imagem: azeite de oliva
Foto: Reprodução/Pixabay

O azeite é feito de suco da azeitona. De acordo com Rita Bassi, presidente da Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira (OLIVA), o azeite contém ácidos graxos, antioxidantes, vitamina A, D, K e E e compostos orgânicos que são benéficos para a saúde.

A produção do azeite começa na colheita das azeitonas, que são selecionadas e, depois, passam pelo processo de limpeza, por meio de jatos de ar, responsáveis por remover folhas e poeira. Em seguida, para tirar outras impurezas, as azeitonas são lavadas na água. Após lavadas, as azeitonas são trituradas, formando uma pasta. Segundo Rita, essa pasta é como o bagaço do suco de laranja.

O azeite é rico em ômega 9 (ácido oleico), que age como anti-inflamatório, segundo a presidente da OLIVA.

Segundo ela, por esse motivo ele ajuda a provocar a sensação de saciedade e estimula a produção de hormônios da digestão. Entretanto, se consumido de maneira exagerada, pode ter efeito laxante, a presidente da OLIVA afirma que a recomendação é que sejam consumidas duas colheres de sopa de azeite por dia na comida.

Ela ressalta que, embora seja benéfico à saúde, trata-se de uma gordura e, se consumido em excesso, pode levar ao ganho de peso. Segundo ela, o consumo de azeite ajuda no combate do envelhecimento das células. O óleo possui compostos fenólicos, que são antioxidantes. Esses antioxidantes combatem os radicais livres, causadores do envelhecimento das células.

O azeite ajuda também na longevidade por ajudar na prevenção de doenças, O consumo do azeite ajuda na proteção do cérebro e do coração, segundo a presidente da OLIVA, pois é rico em vitamina E, um antioxidante capaz de reduzir a formação de placas de gordura formadas nas veias e artérias e, contribuindo também para prevenir o infarto e o AVCO consumo do azeite ajuda na proteção do cérebro e do coração.

Segundo a presidente da OLIVA, pois é rico em vitamina E, um antioxidante capaz de reduzir a formação de placas de gordura formadas nas veias e artérias e, contribuindo também para prevenir o infarto e o AVC, Pessoas com colesterol alto (altas taxas de LDL, o mau colesterol) podem consumir azeite normalmente, segundo a presidente do OLIVA.

Os azeites possuem três classificações: extravirgem, que é totalmente composto pelo suco da azeitona, 100% natural, e sem uso de produtos químicos, apresentando acidez até 0,8%; o azeite virgem é aquele que apresentou algum defeito e passa por refinamento, sendo adicionado azeite extravirgem ao final e, sua acidez é de 1%; azeite lampante, que apresenta acidez superior a 2%, sendo impróprio para o consumo e não podendo ser comercializado, A cor, assim como o sabor do azeite, pode ser determinada de acordo com o grau de maturação das azeitonas em maioria no processo. “Azeites mais esverdeados continham mais azeitonas verdes e mais escuros, azeitonas pretas”, afirma Rita.

Ao comprar o azeite, o consumidor deve se atentar à origem do produto, onde foi embalado, a marca, o preço, lote e a validade. De acordo com a presidente da OLIVA, se é originário de outro país, mas embalado no Brasil, de marcas desconhecidas e importado com preços baixos, podem ser indicadores de um alimento fraudado, que pode estar misturado à óleos prejudiciais à saúde.

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