O mês de janeiro de 2019 começou sem custo adicional na conta de luz. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária para o mês será verde, já que a estação chuvosa está propiciando elevação da produção de energia pelas usinas hidrelétricas e do nível dos reservatórios. Em dezembro de 2018, a bandeira tarifária também foi verde.

Antes de dezembro, a última vez que a bandeira verde havia sido utilizada era em abril. Com o forte período seco, o país passou cinco meses com a bandeira vermelha no 2° patamar. Essa é a mais cara de todo o sistema e significa uma cobrança de R$ 5 a cada 100 kWh consumidos.

Como voltou a chover na região das hidrelétricas, o governo conseguiu desligar usinas térmicas que pesavam no sistema e, com isso, deixar a bandeira verde.

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Apesar da manutenção da bandeira verde, a Aneel alerta que é necessário manter as ações relacionadas ao uso consciente e ao combate ao desperdício de energia.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica.

Quando chove menos, é preciso acionar usinas térmicas, que são mais caras que as hidrelétricas. Todo o custo extra é repassado para os consumidores.

 

 

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