A exploração do jogo do bicho em Mato Grosso continua sendo motivo de investigação por parte da Polícia Civil. Durante interceptação de uma conversa telefônica, um dos membros da Colibri, deixa a entender que no campo da exploração do jogo do bicho no estado, João Arcanjo Ribeiro é o “dono do negócio”.

Na investigação, Noroel Braz da Costa filho, apontado como assessor de Arcanjo e também como o responsável pela segurança das operações e cobranças, afirma que trabalha no sistema há 30 anos.

“Eu tô no sistema há 30 anos, eu trabalho diretamente com a presidência, entendeu (…) e não existe posse, o Mato Grosso tem dono (…)”, diz trecho do diálogo.

Deflagrada na manhã de quinta-feira (29) pela Polícia Civil, a Operação Mantus, que desarticulou e prendeu membros de duas organizações criminosas que praticavam lavagem de dinheiro e exploração do jogo do bicho.

Ação conjunta entre a Delegacia Especializada de Fazenda e Crimes Contra a Administração Pública (Defaz) e Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), resultou na prisão de 32 pessoas, entre líderes e gerentes, da Cilibri e Ello.

 

 

 

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