08 de fevereiro de 2021
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    PARALISAÇÃO

    Policiais civis de MT devem paralisar atividades nesta terça

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    Assembleia dos policiais civis – Foto: assessoria

    Os policiais civis de Mato Grosso devem paralisar as atividades nesta terça-feira (25), para protestar em defesa dos direitos das polícias brasileiras. O movimento foi aprovado durante Assembleia-Geral Extraordinária do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado Mato Grosso (Sinpol-MT), onde participaram cerca de 200 policiais.

    A decisão foi tomada por unanimidade de votos da assembleia unificada entre investigadores e escrivães da Polícia Civil. Durante a reunião foi discutido outros assuntos como adicional noturno, sobreaviso e reforma da previdência, temas estes que despertam muito interesse da categoria.

    A paralisação será realizada em escala nacional e contará com a adesão de todos os servidores da segurança não-militares do país em defesa dos direitos das polícias brasileiras. Participarão do movimento policiais que compõem a Polícia Judiciária Civil (PJC), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), agentes do sistema penitenciário e guardas municipais.

    De acordo com o vice-presidente do Sinpol-MT, Gláucio de Abreu Castañon, o movimento visa mostrar ao Governo Federal a insatisfação na diferenciação do tratamento dado a policiais militares e às outras polícias. “O objetivo é manifestar a insatisfação da categoria policial não militar (PC, PF, PRF) com essa Proposta de Emenda à Constituição (PEC) em relação ao tratamento desigualitário e desproporcional dispensado aos militares. A PEC da forma que está posta, massacra ainda mais os policiais e por consequência a segurança pública afetando a sociedade”, afirmou Gláucio.

    Ainda na dependência dos acontecimentos, investigadores e escrivães poderão voltar a Brasília no dia 2 de julho, em uma grande movimentação nacional, quando deverão participar representantes de todas as polícias civis do Brasil, Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Guardas Municipais e Sistema Prisional, para mostrar a insatisfação do segmento segurança pública com as mudanças e preservar os direitos conquistados.

     

     

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