Imagem: José Medeiros e Rafinha Bastos
José Medeiros e Rafinha Bastos batem boca no Twitter – Foto: divulgação

Conhecido por se envolver em polêmicas e bate-boca nas redes sociais com políticos, jornalistas e ativistas de diversas causas, o deputado federal José Medeiros (PODE-MT), agora decidiu criticar o comediante e apresentador de TV, Rafinha Bastos.

Em resposta, o comediante mandou o parlamentar ir trabalhar e parar de dar “chilique” na internet. A discussão começou porque Medeiros sentiu ofendido diante de uma pergunta que Rafinha Bastos fez em seu perfil no Twitter.

Imagem: Rafinha Bastos
Comediante manda deputado de MT ir trabalhar – Foto: reprodução/Twitter

Rafinha Bastos fez um questionamento com conotação política direcionado àquelas pessoas que defendem a tese do “bandido bom é bandido morto” pontuando que nas cadeias também existem pessoas que não cometeram crimes e estão lá por falhas no sistema brasileiro.

Medeiros mandou o comediante ir procurar a graça perdida. “Quando olho para um comediante eu quero rir e não me irritar”, postou o deputado representante de Mato Grosso em Brasília.

Em seguida, o comediante respondeu a provocação nos mesmos moldes. “Quando olho pra um deputado quero ver trabalho e não chilique na internet”, escreveu.

Depois, ainda insatisfeito com o confronto, José Medeiros fez outra postagem em seu perfil dizendo que comediantes não devem se envolver em assuntos de política.

Imagem: José Medeiros rebate comediante Rafinha Bastos na internet - Foto: reprodução/Twitter
Medeiros rebateu humorista – Foto: reprodução

“Eu levei uma lapada do @rafinhabastos por falar que ele perdeu a graça. Sou fã dele, acho inteligente, engraçado . Rafinha sofre de um mal mundial todos comediantes começaram a falar de política”, escreveu o deputado.

Em julho deste ano, Medeiros e Rafinha já tinham batido boca no Twitter por causa do episódio do corte de energia na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). À ocasião, o humorista criticou a falta de repasses do Governo Federal para as universidades e Medeiros mandou que ele parasse alegando que as dívidas e sucateamento das universidades era culpa do governo anterior.

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