Imagem: Sintep 3Diante da última e definitiva proposta apresentada pelo Governo do Estado aos servidores da Educação em greve há mais de dois meses, já há quem faça a seguinte pergunta: “É melhor um acordo ‘ruim’ ou uma briga incerta?”

A proposta apresentada pelo governador Mauro Mendes (DEM) após reunião com deputados estaduais na tarde desta segunda-feira (5) prevê o pagamento da lei 510/2013, conhecida como lei da dobra, no próximo ano mediante condição para elevação de gastos com folha e respeitando os 49% estipulados pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Nesse contexto, a dúvida é a seguinte: seria melhor enfrentar um questionamento jurídico sobre a lei aprovada na gestão passada ao invés de aceitar um acordo mesmo que se delongue o cumprimento?

O certo é que, dos menos de 38% que ainda estão em greve não existe essa preocupação aparente, colocando em risco uma conquista que é de 100% dos professores mato-grossenses.

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