Ao que tudo indica, os desdobramentos da ‘Operação Grampolândia Pantaneira’ estão longe de terminar e cada vez o rol de afetados com as investigações só aumenta. O presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (Aman), Tiago Abreu, afirmou que com esse trabalho podem ocorrer prisões em massa de promotores de justiça.

Tudo isso, segundo ele, devido às supostas irregularidades cometidas por membros do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que formaram praticamente uma ‘organização criminosa’ que usou aparato institucional para fazer perseguição política através de escutas ilegais.

A resposta aconteceu após o discurso da senadora Juíza Selma Arruda que criticou o trabalho que tem sido feito no estado em relação ao caso e disse que se trata de perseguição aos procuradores de Mato Grosso.

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