16 de fevereiro de 2021
Mais
    Capa Destaques Bezerra reclama de 'rinocerontes' na política e diz que Barbudo vestiu a...
    TROCA DE FARPAS

    Bezerra reclama de ‘rinocerontes’ na política e diz que Barbudo vestiu a carapuça

    Tido como um

    Imagem: Carlos Bezerra
    Deputado federal Carlos Bezerra – Foto: Welington Sabino / AGORA MATO GROSSO

    Não é novidade no meio político mato-grossense que nos bastidores e corredores de palácios e casas legislativas frequentados por políticos e jornalistas, o deputado federal Carlos Bezerra, com 78 anos, é tido como um “dinossauro” da política. Ex-governador e deputado federal exercendo seu 5º mandato, Bezerra não tem papas na língua quando algo o desagrada e agora se mostra incomodado com os “rinocerontes” que, segundo ele, surgiram do nada no meio onde está na ativa desde 1974.

    Em visita recente ao Palácio Paiaguás, sede do Governo de Mato Grosso, Bezerra foi questionado sobre uma fala do deputado federal Nelson Barbudo (PSL) que citou a possibilidade de o MDB e PSL andarem juntos nas eleições municipais de 2020. Foi perguntado como fica a rusga existente entre Barbudo e ele já que foi chamado de “múmia embalsamada” e devolveu a “gentileza” tachando Barbudo de “chucro e irrisório”.

    Bezerra se justificou. “Rusga da parte dele que botou a carapuça na cabeça. Eu nunca fiz nada de pessoal na política, faço coletivamente na política. É um pouco de despreparo dele que entendeu diferente”, amenizou o emedebista.

    Carlos Bezerra foi questionado sobre o fato de já ter dito que o hoje colega de parlamento é um “chucro” e explicou o contexto de suas críticas. “Eu disse que nessa eleição elegeu, e elegeu mesmo, um monte de rinoceronte. Aquele rinoceronte que foi candidato em São Paulo, o Cacareco que teve 1,5 milhão de votos. O povo de São Paulo indignado votou em qualquer um, votou no Cacareco. Essa eleição foi assim”, disse Bezerra.

    O parlamentar ainda citou como exemplo o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), que é acusado de aplicar golpes milionários em pessoas aceitassem se tornar sócias dele em supostos negócios no Estados Unidos. “Um assaltador, um golpista, foi o segundo mais votado de Brasília. Chegou dos Estados Unidos num dia e no outro dia se elegeu em Brasília, o segundo mais votado”, reclamou Bezerra.

    ÚLTIMAS NOTÍCIAS