Adilton Sachetti candidato ao senado federal - Foto: Messias Filho / AGORA MATO GROSSO
Ex-deputado federal Adilton Sachetti – Foto: Messias Filho / AGORA MATO GROSSO

Hoje sem mandato após sua derrota nas urnas em 2018, o ex-deputado federal e ex-prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (Republicanos), garante que é pré-candidato nas próximas eleições. Ele se diz preparado para disputar o cargo de prefeito ou de senador  caso haja eleição suplementar ao Senado para a vaga da senadora Selma Arruda (Podemos) que está com o mandato cassado, mas continua no cargo enquanto recorre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Se surgir a vaga para o Senado é claro que eu vou disputar. Minha última disputa foi essa e acho que ficou mal organizado na época em termos políticos e a gente ficou numa posição vulnerável. Se houver nova eleição vou trabalhar pra ter um outro arranjo político e trabalhar pra disputar”, afirmou Sachetti nesta sexta-feira (11) ao participar de evento realizado por seu partido na Assembleia Legislativa.

No pleito de 2018, quando 11 candidatos “brigaram” por duas vagas ao Senado por Mato Grosso, Sachetti terminou a disputa em quarto lugar com 333.082 votos. À ocasião, ele ainda exercia o cargo de deputado federal, cujo mandato terminou em dezembro. Em relação à eleição municipal de 2020, ele também já avisa que está pronto para encarar a Prefeitura de Rondonópolis, hoje sob o comando de José Carlos do Pátio (SD), apto a buscar a reeleição.

“Rondonópolis é consequência de todo arranjo que tem. A gente está se preparando pra montar um grupo lá. O grupo a gente já tem, mas é preciso tirar esse grupo e fazer com que tenhamos um candidato para enfrentar o atual prefeito”, diz o ex-deputado ao citar também como potenciais candidatos o próprio prefeito Zé do Pátio, o deputado estadual Thiago Silva (MDB),  o vereador Tiago Muniz (DEM),  o empresário Luizão (Pros) e o senador José Medeiros (Podemos).

Por outro lado, ressalta que ganhar a eleição já é outra história, que depende de conversar com a população e apresentar as propostas. “Eu vejo que Rondonópolis precisa realmente de um prefeito que pense a cidade como um todo. Que não pense só uma parte da cidade, que não pense só num segmento da sociedade. Mas que pense a sociedade e a cidade como um todo”, diz.

Por fim, Sachetti observa que política se faz com diálogo e antes de bater o martelo deverá conversar com os demais interessados na vaga de prefeito.  “Acho que a gente tem que conversar com todo mundo, inclusive com o Zé do Pátio. Política se faz conversando. A gente não precisa aceitar todas as situações individuais de cada um, mas tem que conversar porque se não conversar você tira a oportunidade do diálogo. E se a gente quer fazer uma política pensando na cidade toda tem que ouvir todos”.

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