Mesmo que não acreditemos, não vai acontecer nada. O mundo não vai parar. Se alguém nos ligar ou mandar uma mensagem, essa pessoa não vai se desintegrar por receber nossa resposta algumas horas depois. Cada coisa vai continuar no seu local, cada pessoa no seu lugar e cada obrigação em seu horizonte.

No entanto, após essa desconexão, quem terá mudado seremos nós mesmos, porque nos sentiremos muito melhor ao deixar o celular de lado por um tempo determinado. Esse é o segredo.

No entanto, por mais lógico que pareça esse raciocínio, a verdade é que temos dificuldade de fazer isso. Tanto que há um comportamento frequente do qual somos pouco conscientes. Chegamos a um ponto em que, mesmo durante nossos momentos de descanso e inatividade, estamos mexendo no celular.

Um descanso no trabalho, enquanto estamos no metrô ou em uma fila, enquanto esperamos começar o filme no cinema. Qualquer instante é bom para dar uma olhada no celular.

Os efeitos desse uso, mesmo em nossos momentos de descanso, são nocivos. O cérebro precisa se desconectar um pouco, mas se oferecermos estímulos tão intensos quanto os conteúdos nos aparelhos móveis, essa necessidade não vai ser satisfeita.

As consequências disso são perceptíveis. Pelo menos, é isso que demonstrou um interessante estudo.

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