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Policial militar durante blitz no trânsito – Foto: divulgação/PMMT

Em 2019, a equipe do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário do Estado notificou 34.532 pessoas, realizou 14.591 testes de alcoolemia e abordou 91.110 veículos. Os números presentam o trabalho de prevenção e repressão da criminalidade.

O Batalhão localizou e recuperou 54 veículos, entre carros e motos. O balanço de atuação aponta que 640 carteiras de habilitação e 2.292  Certificados de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV), foram recolhidos de janeiro a 31 de dezembro.

O número de veículos removidos fechou em 474 nos 12 meses do ano, período em que 190 pessoas foram presas em flagrante e outras 289 conduzidas à delegacia. Ainda, 25 armas e 313 munições foram retiradas de circulação.

Além disso, 93 pessoas foram notificadas por dirigirem embriagadas. Foram capturados 24 foragidos da justiça, entre homens e mulheres e 10 pessoas apresentaram documento falso. Os militares também apreenderam 40 porções e dois tabletes de droga, entre maconha, cocaína e pasta-base.

O comandante do BPMTran, tenente-coronel Adão César Rodrigues da Silva, explicou da importância das blitze realizadas durante o ano. Ele definiu que em todas as ocorrências registradas o foco sempre foi a fiscalização e a conscientização.

Imagem: policial e viatura
Policial durante averiguação de dados em blitz no trânsito – Foto: divulgação/PMMT

“Nosso objetivo não é somente autuar, mas também orientar, prevenir e para isso realizamos diversas campanhas educativas nas ruas, nas escolas e em outros locais. O Batalhão tem como principal objetivo salvar vidas, na medida em que fiscaliza o trânsito prevenindo os acidentes”, ressalta o comandante.

Outra situação apontada pelo comandante é referente uma prática bastante comum atualmente de avisar os pontos de blitz pelas redes sociais, especialmente em grupos do aplicativo de celular. Segundo o tenente-coronel Adão o que boa parte da população desconhece, é que esse ato é considerado crime previsto no Código Penal e existe punição.

“Ao alertar sobre os locais onde há policiamento ostensivo e blitz, se presta um desserviço à população. Quem for pego praticando essa ação pode ser enquadrado por atentado contra a segurança ou ao funcionamento de serviços de utilidade pública”.

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