18 de setembro de 2020
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    PONTES E LACERDA

    PRF de Mato Grosso apreende mais de 1.200 kg de cocaína

    O prejuízo ao crime organizado é de aproximadamente R$ 180 milhões

    Na maior apreensão de cloridrato de cocaína realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Mato Grosso, nos últimos 5 anos, aproximadamente 1248 kg do entorpecente foram retirados de circulação e o prejuízo ao narcotráfico é em torno de R$ 180 milhões.

    Imagem: Apreensao de droga pela equipe da PRF PRF de Mato Grosso apreende mais de 1.200 kg de cocaína
    Apreensão de droga pela equipe da PRF em Pontes e Lacerda. Foto: PRF/MT

    A apreensão ocorreu nesta terça-feira (01), durante fiscalização na BR-174, em Pontes e Lacerda, quando a equipe abordou dois caminhões, com dois semirreboques em cada. O primeiro veículo era ocupado somente pelo condutor, de 44 anos. O segundo caminhão estava ocupado pelo condutor, de 55 anos e sua esposa de 51.

    Em fiscalização minuciosa, os PRFs identificaram compartimentos adaptados, que poderiam estar escondendo ilícitos. Questionados, os ocupantes de ambos veículos disseram não se conhecer, mas ficaram muito nervosos quando indagados sobre os locais adaptados e apresentaram as mesmas versões, de que adquiriram os veículos como estavam, sem ter conhecimento dos locais “secretos”.

    Ao abrir os compartimentos do primeiro caminhão, os policiais encontraram 804,08 kg de cloridrato de cocaína, em um total de 796 tabletes, além de uma quantia de R$ 8.650,00 que estavam com o condutor. No segundo veículo, havia mais 443,25 kg distribuídos em 440 blocos e a quantia de R$ 3.500,00 com o motorista, sendo o peso total, entre os dois caminhões, de 1247,33 kg.

    Após a descoberta do entorpecente, os envolvidos informaram que receberiam uma quantia em dinheiro para efetuar o transporte. Os dois veículos saíram de Cáceres/MT com destino a Sapezal/MT.

    Com essa apreensão, a PRF em Mato Grosso já soma mais de 5,2 toneladas de cocaína e seus derivados retirados de circulação em 2020, gerando um prejuízo ao crime organizado de mais de R$ 680 milhões.

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