27 de outubro de 2020
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    ELEIÇÃO SUPLEMENTAR

    Reinaldo Morais defende industrialização para gerar emprego e renda

    Ele diz que também pretende agir fiscalizando gastos públicos e combatendo a corrupção

    O empresário do ramo de alimentos Reinaldo Morais, candidato ao Senado da coligação “Muda Mato Grosso” (PSC e PRTB), defendeu a industrialização como alternativa para a geração de novos empregos e renda para a população. Para ele, a forma como a produção de grãos é exportada, in natura, acaba por gerar poucos empregos e impostos no estado, o que poderia ser resolvido a partir da adoção de políticas públicas que visem a industrialização da produção local.

    Aos 49 anos, Reinaldo Morais é empresário de sucesso no seu segmento, empregando mais de mil pessoas de forma direta, e diz que se lançou na política por conta da indignação com os desmandos praticados sempre pelas mesmas pessoas, que se perpetuam no poder e se movem mais por seus interesses pessoais que pelos da população em geral. “Isso em fez sair da minha zona de conforto, deixar minha família e me colocar à disposição de participar como candidato”, contou.

    Imagem: Candidato Reinaldo e suplentes ao senado Reinaldo Morais defende industrialização para gerar emprego e renda
    O candidato Reinaldo Morais, que aparece na foto ao lados dos suplentes Gilberto Cattani e Neles Farias, defende a industrialização do estado como forma de gerar emprego, renda e impostos – Varlei Cordova / AGORA MT

    Dessa forma, ele conta que uma de suas principais plataformas será o combate à corrupção. “A corrupção drena todos os recursos que poderiam ser aplicados melhor na área da saúde, na área da educação e na área da segurança pública. Isso será feito pela fiscalização e mudança na forma de fazer política”, completou.

    Sobre sua atuação parlamentar no Senado, caso eleito, Reinaldo Morais diz que pretende trazer verbas e emendas parlamentares para o estado, mas defende políticas públicas que levem o estado a deixar de ser produtor e exportador apenas de matérias primas, passando a industrializar essa produção, agregando valor à essa produção, gerando empregos, renda e aumentando a arrecadação de impostos. “Nós temos um bolsão de prosperidade aqui de Rondonópolis até Sinop, nas margens da BR 163 e 364, mas temos regiões com uma realidade completamente distinta. Nós só vamos conseguir mudar isso se nós industrializarmos, para que possamos dar uma oportunidade de trabalho para quem precisa. Porque na agricultura é uma pujança, é a locomotiva que move o Mato Grosso e o Brasil, mas temos que parar de vender milho, soja e algodão, e começar a vender proteína animal, carne industrializada e aí nós vamos gerar 50 vezes mais empregos do que vendendo commoditie”, explicou.

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