24 de novembro de 2020
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    EM RONDONÓPOLIS

    Tráfego na ponte sobre o rio Vermelho é liberado hoje (14)

    Fluxo de veículos foi interrompido para obras de subaquáticas

    Com a conclusão das obras subaquáticas na ponte sobre o rio Vermelho, o tráfego de veículos será parcialmente liberado neste sábado (14). A estrutura fica localizada no km 202 da BR-364/163, em Rondonópolis, próximo ao viaduto da avenida Presidente Médici. A interdição foi realizada pela Concessionária Rota do Oeste, que identificou a necessidade de recuperação da fundação que sustenta a ponte.

    Como forma de auxiliar os motoristas que trafegam pela BR-364, as equipes operacionais da Rota do Oeste e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) estarão nas intermediações da ponte para orientação do fluxo de veículos.

    Com a desobstrução de uma faixa do sentido sul (Cuiabá / Rondonópolis), o tráfego na região volta a ser operado em mão dupla na região. Porém, haverá um estreitamento na rodovia para quem percorre a BR-364, no sentido Cuiabá / Rondonópolis.

    O gerente de Obras e Conservação da Concessionária, Luciano Uchoa, destaca que uma faixa de rolagem permanecerá bloqueada, seguindo a recomendação do laudo técnico emitido por empresa especializada em monitoramento. Segundo o documento, a velocidade na ponte não deve ultrapassar 40 km/h.

    “O trecho está todo sinalizado, indicando aos motoristas sobre a importância de trafegar dentro do limite de velocidade determinado para a região. Pedimos aos usuários que sigam as orientações de segurança”, explica Uchoa.

    Obra – A etapa subaquática de recuperação da ponte sobre o rio Vermelho teve início em 14 de outubro e o serviço foi realizado por empresa especializada contratada pela Rota do Oeste. O serviço foi orçado em R$ 820 mil e utilizou tecnologia empregada em portos e plataformas petrolíferas.

    Com a conclusão da obra subaquática, a Concessionária segue dando continuidade nos serviços para recuperação total da estrutura que conta com quase 70 anos, de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    “A recuperação dos tubulões era a parte mais crítica e indispensável para a segurança dos usuários. A nova etapa é concentrada na elaboração do projeto que prevê a recuperação total da ponte, abrangendo a mesoestrutura e o tabuleiro”, aponta Uchoa.

    Para iniciar a nova frente de serviços, é necessário que o nível do rio esteja mais baixo, quando as chuvas diminuem em Mato Grosso. O período coincide com o fim do escoamento da safra de soja, quando o fluxo de veículos na rodovia fica menos intenso.

     

     

     

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