03 de agosto de 2021
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    PRESTAÇÃO DE CONTAS

    Zé do Pátio já gastou mais de R$ 1,6 milhão; Ubaldo ainda não declarou despesas

    O atual prefeito de Rondonópolis foi o que mais arrecadou e também o que mais gastou na campanha eleitoral

    O prefeito José Carlos do Pátio, candidato à reeleição da coligação “Rondonópolis nos Trilhos do Desenvolvimento Econômico e Social” (SD, PP, PTB, Rede, PSD, PCdoB e PV), é o campeão de gastos declarados à Justiça Eleitoral até o momento. No outro extremo, o candidato Ubaldo Barros, do Cidadania, não declarou nenhuma despesa até o momento.

    De acordo com as informações constam no portal Divulgacand, da Justiça Eleitoral, Pátio já arrecadou R$ 1.391.412,74, tendo como maiores doadores PSD de seu vice Aylon Arruda, com R$ 470 mil em doações, e o Solidariedade, com 392 mil. No entanto, ele declarou já ter gastado R$ 1.608.580,12, acumulando um déficit de R$ 217.167,38.

    Entre as despesas declaradas, R$ 700 mil foram para a empresa KGM Assessoria Institucional, responsável pelo seu marketing eleitoral, e outros R$ 322.447 foram pagos à Gráfica Print, que confeccionou o material impresso de campanha de Pátio e seus candidatos a vereador.

    Luiz Fernando Carvalho, o Luizão (Republicanos), declarou uma receita de R$ 1.181.422,44, tendo como principais doadores o próprio candidato, que doou R$ 207 mil, o empresário Odílio Balbinotti Filho, com R$ 200 mil, e a direção nacional do PSL, que doou R$ 133 mil. Desse total, ele declarou já ter gastado R$ 983.486,56, dos quais R$ 202,5 mil foram pagos para a ST3 Comunicação e Marketing, e outros R$ 164 para Clayton Esteriz Rezende Borges, com R$ 164 mil.

    O candidato Thiago Muniz (DEM) declarou ter arrecadado R$ 405.060, tendo como principal doador o próprio candidato, com R$ 270 mil. Como despesa, ele declarou ter gastado R$ 651.329,20, acumulando um déficit de R$ 246.269,20. Entre os pagamentos, o principal foi feito para Brás Rubson Ferreira Barbosa, R$ 300 mil, e a empresa D. Rivelo do Carmo, com R$ 50 mil.

    Cláudio Ferreira, candidato da coligação “Quando os justos governam, o povo se alegra” (DC e Patriotas) declarou ter arrecadado até agora R$ 268.985, tendo como principal doador o empresário Odílio Balbinotti Filho, que doou R$ 200 mil para a campanha.

    Desse total, ele declarou já ter gastado R$ 270.802,02, dos quais R$ 80 mil foram pagos para a empresa Macedo Assessoria contábil Eireli, R$ 60 mil para Rafael Viana Agulhão, e outros R$ 56,6 mil para a empresa S.A. Alves Gráfica e Editora.

    Vanderlei Bonoto, candidato do PRTB, recebeu até agora R$ 241.965, tendo como principal doador seu próprio partido, que colocou R$ 137.465 em sua campanha. Ele declarou gastos na ordem de R$ 118.743,53, tendo pago R$ 40 mil para Plinio Thales Pinheiro Miranda, responsável pelo seu marketing e pela produção de seus programas de rádio e TV.

    Enquanto isso, Kleber Amorim, do PT, declarou uma receita de R$ 119.380, valor vindo da direção estadual e nacional de seu partido, ao mesmo tempo que declarou ter gastado R$ 133.360,90. O maior valor foi pago para o advogado Anderson Rocha, que recebeu R$ 50 mil da campanha petista.

    O candidato Kleison Teixeira, do PSOL, declarou uma receita de R$ 16.587,18, que foram doados pela direção estadual de seu partido. Desse total, ele declarou já ter gastado R$ 7.528,50, dos quais R$ 5 mil foram para Daniel Douglas Bento da Cruz.

    Ubaldo Barros, do Cidadania, declarou ter arrecadado R$ 50 mil, que vieram da direção estadual de seu partido. O candidato não registrou nenhuma despesa até agora.