14 de março de 2021
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    ATUAÇÃO

    Vereadora eleita cobra conclusão de obra de escola militar

    A conclusão da obra é aguardada com ansiedade por pais que querem matricular seus filhos na escola militar

    Recém-eleita vereadora, a jornalista Kalynka Meirelles (Republicanos), já começou a atuar como tal e ela cobra a finalização das obras do novo prédio da Escola Estadual Militar Tiradentes, no bairro Maria Tereza. O motivo da cobrança se deve à expectativa criada junto á centenas de pais, que aguardam por uma vaga para seus filhos na unidade educacional.

    Imagem: Placa escola militar Vereadora eleita cobra conclusão de obra de escola militar
    Na placa da obra, consta o dia 3 de dezembro (hoje) como data de conclusão da obra, que segue parada – Foto Assessoria

    Segundo Kalynka Meirelles, os pais esperam ansiosos pela conclusão da obra, que deverá ofertar mais de mil vagas, pois não há uma previsão real de entrega. “Reconhecidamente, os colégios militares têm uma aceitação muito boa e não é por menos. Todos os indicadores confirmam a eficiência do modelo de ensino aplicado e até por isso essa obra se faz urgente”, defendeu.

    A parlamentar lembra que o Governo do Estado anunciou quase R$ 4 milhões de investimentos, ainda no início do ano, e garantiu para o início de 2021 uma realidade com o triplo do número de alunos hoje matriculados no Parque Universitário, em prédio anexo ao Oratório Dom Bosco. “Na placa que colocaram no Maria Tereza, está confirmada a data de entrega da obra para hoje, 3 de dezembro, mas como se sabe nada se confirmou. Isso é muito frustrante”, lamenta a vereadora.

    Embora se trate de um prédio estadual e uma demanda direta ao Executivo de Mato Grosso, a vereadora afirma que se sente responsável em lutar pela solução do impasse e que pretende cobrar de forma oficial isso do Governo do Estado. “Nós vamos encaminhar oficialmente todos os pedidos que nos chegarem para quem for de competência, faremos visitas e buscaremos as parcerias necessárias para resolver. O que não vou fazer, em hipótese alguma, é olhar para a cara do cidadão e dizer que não é problema meu”, finalizou.