13 de março de 2021
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    Prefeito de Várzea Grande se reúne com governador e defende implantação do BRT

    Kalil Baracat se reuniu com Mauro Mendes na manhã de hoje (13) para falar sobre o novo modal

    Imagem: Kalil Baracat Prefeito de Várzea Grande se reúne com governador e defende implantação do BRT
    “Se isso vai resolver o problema das cidades de Cuiabá e Várzea Grande, eu apoio”, a firmou o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat – Foto Assessoria

    O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, afirmou que a mudança feita pelo Governo do Estado para substituir o VLT pelo BRT (ônibus elétricos) vai trazer economia e também mais acesso e comodidade aos usuários do transporte público coletivo.

    Baracat se reuniu com o governador Mauro Mendes, na manhã desta quarta-feira (13), para conversar sobre o tema. Também esteve presente o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, e membros da gestão do prefeito.

    “Se for pelo bem da sociedade, eu apoio. Se isso vai resolver o problema das cidades de Cuiabá e Várzea Grande, eu apoio. Não tem porque não apoiar”, declarou.

    De acordo com o gestor municipal, uma das principais vantagens do BRT em relação ao VLT é a flexibilidade em relação às rotas, uma vez que pode ser expandido de acordo com as necessidades de mobilidade de Cuiabá e Várzea Grande – o que seria muito difícil (e caro) com o VLT.

    “O modal pode não só atender a Avenida da FEB, mas estender para outras partes da cidade, o que significa um acesso maior e também uma comodidade maior ao usuário do transporte público”, relatou.

    Para Kalil Baracat, o importante é que todos os transtornos causados pelas obras do VLT sejam finalmente resolvidos, com a implantação de um sistema que beneficie os cidadãos da Baixada Cuiabana. “O modal apresentado vai trazer economia, acho que atende a necessidade dos munícipes e vai resolver o problema. O principal objetivo é esse: resolver o problema. O Governo tem condição total de implantar”, finalizou.

    A mudança

    A decisão de substituir o VLT pelo BRT foi tomada no final de dezembro de 2020 pelo governador Mauro Mendes, após a conclusão de estudos técnicos do Ministério do Desenvolvimento Regional.

    Os estudos concluíram que o VLT seria insustentável, custaria pelo menos mais R$ 700 milhões aos cofres públicos, demoraria até seis anos para ser concluído e contaria com uma tarifa superior a R$ 5, além de todos os problemas jurídicos envolvidos na obra.

    Já o BRT, conforme a análise técnica, custará R$ 430 milhões, pode ficar pronto em até dois anos após o início das obras, terá tarifa pouco acima de R$ 3, é não-poluente pelo uso de baterias recarregáveis e oferece maior flexibilidade para expansão de rotas, beneficiando milhares de usuários a mais.