15 de fevereiro de 2021
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    CASO TEREZINHA SILVA

    Após um mês, crime bárbaro segue sem solução

    O crime completa um mês sem solução e a PJC continua investigando para apontar autores e possíveis mandantes

    Imagem: Veculo atingido por disparos onde Terezinha estava Após um mês, crime bárbaro segue sem solução
    Terezinha Silva foi alvejada por diversos disparos de arma de fogo e não resistiu aos ferimentos – Foto Vandréia de Paula/TV Cidade Record

    Passado um mês do bárbaro crime que vitimou Terezinha Silva, na época presidente do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), segue sem solução. O homicídio aconteceu na manhã do dia 15 de janeiro, no momento em que ela ia para o trabalho, e Terezinha foi alvejada por vários tiros e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local.

    Desde então, a Polícia Judiciária Civil (PJC) iniciou suas investigações e já realizou várias diligências e oitivas, ouvindo testemunhas do crime e pessoas próximas de Terezinha Silva, em busca de informações que esclareçam as motivações do crime, levem aos autores do homicídio e seus possíveis mandantes.

    Nesse período, a PJC ouviu várias pessoas na condição de testemunhas e já realizou uma diligência no apartamento onde a ex-presidente do Sanear morava, de onde foram apreendidos telefones, computadores e outros materiais que ainda não foram divulgados pela polícia, que serão devidamente periciados e anexados ao processo.

    Imagem: 2a DHPP Após um mês, crime bárbaro segue sem solução
    As investigações do caso estão à cargo da DHPP e corem em segredo de Justiça – Foto Arquivo

    Como o caso corre em segredo de Justiça, a PJC tem evitado divulgar informações a respeito do caso, até para não comprometer as investigações, mas já se sabe que a polícia trabalha, entre outras linhas de investigação, com a possibilidade de crime encomendado e trabalharia para esclarecer todas as nuances do caso, para além de prender os executores do crime, identificar os mandantes do homicídio, no caso de as investigações avançarem nessa direção.

    Por meio de nota, a Assessoria de Comunicação da PJC informou que as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis continuam, que mais de 10 pessoas já foram ouvidas no inquérito e que a delegada Juliana Carla Buzetti, titular da DHPP e responsável pelo caso aguarda laudos periciais essenciais para a investigação.

    A mesma nota informa que não há nenhum suspeito preso e que as investigações seguem em sigilo, o que é necessário para o esclarecimento dos fatos.

    Cobrança por celeridade nas investigações

    Para lembrar um mês do bárbaro crime que resultou na morte de Terezinha Silva, o prefeito José Carlos do Pátio (SD) esteve na manhã desta segunda-feira (15) no Sanear, onde conversou com servidores da autarquia e cobrou celeridade nas investigações e conclusão do caso.

    Relembre o crime

    Terezinha Silva foi morta alvejada por vários tiros na manhã do dia 15 de janeiro, quando dois homens em uma motocicleta emparelharam com a caminhonete onde ela estava e dispararam vários tiros que a atingiram na região da cabeça e pescoço, o que levou ao seu óbito ainda no local.

    Depois disso, a Polícia Militar já prendeu duas pessoas suspeitas de participação no crime, mas não foram encontradas evidências que confirmassem isso e o envolvimento dos mesmos no crime foram descartadas.

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