20 de fevereiro de 2021
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    “BRT FOI ESCOLHIDO”

    Botelho diz não ser razoável investir R$ 16 milhões em plebiscito

    A consulta popular vem sendo defendida pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro

    Imagem: Eduardo Botelho scaled Botelho diz não ser razoável investir R$ 16 milhões em plebiscito
    O presidente da AL, Eduardo Botelho, que é contra plebiscito – Foto: AL-MT

    O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), afirmou não ser razoável o estado bancar a realização de um plebiscito – que custaria aproximadamente R$ 16 milhões – para que a população faça uma escolha entre o BRT ou o VLT.

    A consulta popular vem sendo defendida pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), que se opõe a troca do modal de transporte a ser implantado na Baixada Cuiabana.

    “Não acho razoável [investir R$ 16 milhões]. Não acho que é o momento de fazer plebiscito. Momento é de construirmos, tirarmos os ‘trambolhos’ que estão aí e fazer algo que venha a ser realmente utilizado pela população. Isso que penso”, disse o democrata.

    Botelho adiantou ser contrário a medida, mas garantiu que colocará a proposta de realização do plebiscito em tramitação na Assembleia, caso o projeto reúna as oito assinaturas necessárias.

    “Se tiver as assinaturas, colocaremos em tramitação. Agora, se vai ser aprovado ou não, é outra história. Tramitar, tramita. Porque é obrigação e faz parte do regimento. Eu voto contra, evidentemente”, disse.

    Questionado se já tentou convencer o prefeito a recuar da ideia, Botelho garantiu que não.

    De todo modo, garantiu ter a certeza de que o BRT é o modal que melhor se adapta a Cuiabá e Várzea Grande neste momento.

    “Converso com o prefeito quase todos os dias, mas eu nem tento demovê-lo. É uma ideia que ele tem. Não cabe a mim [fazê-lo desistir]. Já disse minha posição a ele e ouvi a posição dele”, disse.

    “Agora, acho que o melhor no momento é nos unirmos para construir o BRT. Já está escolhido, já está em projeto. Ficar lutando para voltar atrás é o mesmo que ‘botar pedra no caminho’, é colocar empecilhos para não ser construído nada”, concluiu o presidente.

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