13 de maio de 2021
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    CULTURA

    Espetáculo ‘Gestação de Cam’ estreia nesta quarta-feira em formato online

    O objetivo é trabalhar questões étnicos raciais, maternidade, memória, insegurança e vulnerabilidade das crianças negras

    Imagem: dfe48fa8 1f15 4e4b b1d4 65de12cfd09f Espetáculo 'Gestação de Cam' estreia nesta quarta-feira em formato onlineO espetáculo ‘Gestação de Cam’ estreia esta semana e tem como objetivo trabalhar questões étnicos raciais, maternidade, memória, insegurança e vulnerabilidade das crianças negras.

    Conforme informações da diretora e atriz do espetáculo, Camila Maria Santos de Pinho, com o agravamento nos casos de COVID-19 no Estado de Mato Grosso e obedecendo aos decretos municipais, o espetáculo foi adaptado ao formato online e gravado em locações situadas nas cidades de Primavera do Leste, Chapada dos Guimarães, Cuiabá e em Rondonópolis, tendo o intuito de valorizar locais artísticos da região.

    Imagem: elenco gestacao de cam 30 03 21 Espetáculo 'Gestação de Cam' estreia nesta quarta-feira em formato online
    Elenco da peça teatral – Foto: arquivo pessoal

    A divulgação das gravações ocorrerá da seguinte forma:

    Estreia 28/04 às 19h no canal do Youtube do Núcleo Pepalantus de Chapada dos Guimarães;

    29/04 às 19h no canal do Youtube Teatro Faces de Primavera do Leste;

    30/04 às 19h no canal do Youtube do Grupo Primitivos de Primavera do Leste;

    01/05 às 19h no canal do Youtube do Coletivo Corpo Anu de Rondonópolis;

    Encerrando-se no dia 02/05 às 19h canal do Youtube da Casa das Pretas de Cuiabá;

    Ainda como parte da circulação, as atrizes disponibilizarão a mediação online Per Ankh para compartilhar os processos de pesquisa e desdobramentos.

    Para mais informações acesse o Instagram @gestacaodecam ou pelo whats 66 999319713.

    A peça teatral é um dos projetos contemplados na lei de auxílio emergencial Aldir Blanc:

    A proponente do projeto, Camila Maria Santos de Pinho, assumiu uma direção coletiva do espetáculo juntamente com as atrizes Larissa Foá e Sara Thimóteo, trabalhando questões étnicos raciais, maternidade, memória, insegurança e vulnerabilidade das crianças negras, utilizando como base para sonorização cênica músicas de matrizes afro-brasileiras (batuques, berimbau, atavaque, cajón e etc), contando com uma equipe composta por artistas negros a fim de valorizar e impulsionar o trabalho dos mesmos.