11 de maio de 2021
Mais
    Capa Destaques “No momento mais grave da pandemia, falta sensibilidade a Emanuel”
    SEM AUXÍLIOS NA CAPITAL

    “No momento mais grave da pandemia, falta sensibilidade a Emanuel”

    Entre as ações sugeridas, o pagamento de auxílios emergenciais e isenção do IPTU

    Imagem: Michelly Alencar “No momento mais grave da pandemia, falta sensibilidade a Emanuel”
    A vereadora Michelly Alencar, que apontou “falta de sensibilidade” do prefeito – Foto: Assessoria

    A vereadora Michelly Alencar (DEM) criticou o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), em razão da postura adotada pelo gestor em meio ao atual cenário da pandemia.

    Ela cobra, por exemplo, a implantação de medidas para socorrer a população, especialmente àquelas mais afetadas pela grave crise sanitária e que, consequentemente, acarreta em dificuldades financeiras.

    Entre as ações sugeridas, o pagamento de auxílios emergenciais e a isenção – ou postergação – da cobrança do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).

    “Falta sensibilidade. Quantas pessoas desempregadas, à beira da falência e aí não temos um posicionamento mínimo. Cuiabá não tem auxílio emergencial, o kit alimentação não está sendo entregue a todos os alunos. Não tem nem a sensibilidade de prorrogação ou isenção do IPTU”, disse ela.

    Ela, inclusive, colocou em xeque o slogan de gestão humanizada utilizado pela gestão na Capital.

    “Acho que as pessoas precisam ficar atentas a como estão atuando seus representantes neste momento. Atentas aos posicionamentos oficiais. Não se deixem levar por discursos do tipo “sou do povo, sou não sei o que…”, alfinetou.

    Por fim, ela disse que algumas ações adotadas pelo prefeito deixam transparecer de que ele age motivados por interesses eleitorais.

    Isto porque, no ano passado, por exemplo, medidas como o pagamento de auxílio e a prorrogação do pagamento do IPTU foram adotadas.

    “O que nos transparece: quando é de interesse se faz, quando não tem interesse, não se faz. Não sei o que se passou na cabeça dele. O que chega a nós é esse reflexo de que, no momento mais crítico, momento onde as pessoas mais morrem, não há sensibilidade”, concluiu Michelly.