16 de maio de 2021
Mais
    Capa Blogs Agora Agro Tipos de adjuvantes agrícolas: entenda as classificações mais comuns do mercado
    AGORA AGRO

    Tipos de adjuvantes agrícolas: entenda as classificações mais comuns do mercado

    Produtos que atuam de forma a aumentar eficácia dos defensivos têm diferentes classificações e aplicações

    Imagem: agoramt tipos de adjuvantes agricolas v2 Tipos de adjuvantes agrícolas: entenda as classificações mais comuns do mercado
    Tipos de adjuvantes agrícolas: entenda as classificações mais comuns do mercado.

    Os adjuvantes agrícolas são produtos cada vez mais presentes na rotina do agricultor já que o seu uso melhora a qualidade e a eficiência da aplicação de defensivos na lavoura, garante maior eficácia no combate às pragas e gera economia no custo final da produção.

    Esses produtos otimizam a mistura de diferentes compostos, auxiliando os defensivos a atingirem o efeito desejado. Os adjuvantes são usados na calda dos herbicidas, fungicidas ou inseticidas, fazendo com que a sua absorção aumente na hora da pulverização.

    Produtos sem propriedades fitossanitárias, os adjuvantes podem ser divididos em duas categorias segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária): surfatantes e aditivos.

    Os surfatantes agem de forma a afetar diretamente as propriedades de superfície dos defensivos; já os aditivos aumentam a absorção dos herbicidas, agindo diretamente sobre a cutícula das plantas.

    Adjuvantes surfactantes

    Esses produtos atuam de maneira a modificar as propriedades de superfície dos líquidos e são categorizados de acordo com suas propriedades e finalidades mais comuns: espalhantes, molhantes, aderentes, emulsificantes, dispersantes e detergentes.

    Os adjuvantes surfatantes podem afetar a eficácia dos defensivos de diferentes maneiras:

    • Melhorando a retenção da pulverização em superfícies vegetais de pronta molhabilidade e em locais favoráveis à penetração;
    • Aumentando a penetração por permitirem melhor espalhabilidade das gotas, também eliminando películas de ar;
    • Atuando como umectantes, mantendo as gotas durante a pulverização úmidas por tempo indefinido;
    • Diminuindo a tensão interfacial, o que permite uma facilitação do movimento nas paredes celulares dentro da folhagem.

    Adjuvantes aditivos

    Os adjuvantes aditivos afetam a absorção dos defensivos por conta de sua ação direta sobre a cutícula, aumentando, assim, a absorção dos produtos usados na pulverização. Eles são categorizados em: óleos (minerais ou vegetais), uréia e sulfato de amônio. Os seus benefícios variam de acordo com a sua categoria:

    • Os óleos atuam de forma a dissolver as gorduras, aumentando a absorção dos herbicidas, reduzindo a deriva e adiando a evaporação da água;
    • A uréia é um composto à base de nitrogênio que atua diretamente sobre a cutícula: os adjuvantes agrícolas à base de uréia são uns dos mais usados atualmente e agem abrindo espaços para uma melhor absorção dos defensivos;
    • O sulfato de amônio também abre caminhos para a melhor absorção dos defensivos durante a pulverização, diminuindo a tensão superficial das gotas. Ele é um composto nitrogenado que age de forma a impedir que os íons da água reajam com a molécula dos herbicidas;

    Critérios: como saber qual adjuvante é o ideal?

    De acordo com a Embrapa, os adjuvantes podem reduzir a dose de herbicidas em mais de 50%. Isso pode levar a menores impactos ao meio ambiente e gerar maior economia para o produtor, já que os adjuvantes são capazes de eliminar a espuma, a deriva e melhorar a aderência, permitindo menores gastos com defensivos.

    Como são vários os tipos de adjuvantes, entretanto, antes de saber qual o melhor para a aplicação, alguns fatores devem ser levados em consideração e analisados de maneira criteriosa, como: o tipo de cultivo, as condições ambientais e climáticas da área de pulverização e a qualidade química da água usada na aplicação.

    A eficiência do uso de produtos adjuvantes também está diretamente relacionada aos estudos e análises feitos sobre o alvo a ser atingido, sejam ervas daninhas, doenças na plantação ou pragas.
    Somente após estudos detalhados destas condições, análise dos maquinários e pulverizadores disponíveis e dos defensivos usados no plantio, é possível escolher o melhor tipo de adjuvante a se investir.

    Ter critérios elevados no momento de análise dos adjuvantes a serem usados é de extrema importância, visto que se a escolha for feita de forma errada, a presença desses produtos junto à calda pode causar efeitos negativos e prejuízos para o agricultor.

    Após a análise dos critérios citados, é importante pesquisar sobre o adjuvante em que se irá investir. Critérios para essa avaliação adequada incluem: consultar se o adjuvante em questão tem indicação para determinada função e se há estudos realizados por institutos sérios que indiquem a sua eficácia.

    Adjuvantes SELL: tecnologia a seu favor

    Os adjuvantes da SELL Agro, fabricados em Rondonópolis (MT), passam por rigorosos testes e são aperfeiçoados segundo os estudos realizados por profissionais da área. A empresa conta com maquinários de alta tecnologia e equipe de ponta para desenvolver os melhores produtos do mercado.

    Prova disso é que os adjuvantes da empresa tiveram destaque em uma pesquisa desenvolvida pelo Centro de Pesquisa Agroefetiva de Botucatu (SP) e ganharam destaque nacional por sua eficácia superior à de seus concorrentes. No teste, os produtos Ares e Ophion, da Sell Agro, tiveram o seu desempenho comparado ao seu principal concorrente na categoria.

    Para isso, a equipe de pesquisa avaliou 10 critérios: pH, tensão superficial, viscosidade, densidade, estabilidade de caldas, compatibilidade de calda, diâmetro mediano volumétrico (DMV), porcentagem do volume de gotas com diâmetro menor que 100 μm (V100), amplitude relativa (AR) e índice de deriva (ID).

    Os resultados apontaram ampla vantagem dos adjuvantes da SELL Agro sobre o concorrente, com os produtos Ares e Ophion demonstrando qualidade superior em quesitos destacáveis, como: melhor viscosidade e diâmetro mediano volumétrico, garantindo maior capacidade de redução do percentual de deriva, e menor amplitude relativa, proporcionando gotas mais uniformes.

    Sobre a SELL
    A Sell atua há 14 anos na formulação de adjuvantes agrícolas e conta com amplo laboratório de pesquisa, alta tecnologia de produção e equipe de engenheiros químicos e agrônomos.
    Para mais informações acesse: www.sellagro.com.br