13 de maio de 2021
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    POR LEITOS DE UTI

    Vereadores fazem plantão na porta do Hospital Regional em Rondonópolis

    Liberação de 20 novos leitos é considerada fundamental para atender pacientes que estão aguardando internação em UTIs e para rever classificação do município e permitir flexibilização de atividades comerciais.

    Imagem: veradors hr Vereadores fazem plantão na porta do Hospital Regional em Rondonópolis
    Vereadores estão se revezando em frente ao Hospital Regional e cobram respostas sobre os novos leitos – Foto: Assessoria

    Os vereadores de Rondonópolis decidiram manter a pressão pela abertura de 20 novos leitos de UTI no Hospital Regional Irmâ Elza Giovanella. Desde ontem eles cobram informações ao Governo do Estado e à direção do Hospital e estão se revezando numa vigília que deve durar até que tenham respostas. Agora a pouco eles foram informados que o representante da empresa que venceu a licitação para gerir os novos leitos vai até o local para conversar com o grupo.

    O movimento foi deflagrado pela presidente da Comissão de Saúde da Câmara, Marildes Ferreira (PSB) e pelo líder do prefeito Reginaldo Santos (SD). Eles foram para o hospital no início da tarde verificar como estavam os preparativos para a abertura dos novos leitos, previstas para ocorrer ontem.

    Hoje a vigília ganhou o reforço dos vereadores Batista da Coder (SD), Inspetor Gerson (MDB), Manoel da Silva Neto (SD), Marisvaldo Gonçalves (PSL) e Ozéias Reis (PP).

    “Nos causa tremenda tristeza ver essa falta de estrutura, essa demora para atender a população”, disse o vereador Manoel da Silva Neto. “Temos atualmente 17 pessoas na fila de espera por UTIs e acho que essa pressão dos vereadores pode ajudar a abreviar esse sofrimento, espero que tudo corra bem”, afirmou.

    Manoel, que também é médico, disse compreender as explicações dadas pelo secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo. O secretário afirmou que não tem como abrir os leitos no Hospital Regional enquanto não forem solucionados problemas burocráticos e também na composição da equipe médica.

    “Acho que está correto, precisamos abrir os leitos com toda a estrutura exigida. Mas é importante que isso ocorra o mais rápido possível”, disse Manoel.

    Em nota divulgada ontem a Secretaria Estadual de Saúde negou que exista falta de equipamentos, mas admitiu a existência de problemas no contrato com a empresa terceirizada e também a falta de profissionais.

    Até o momento o Governo do Estado não informou quando pretende colocar os novos leitos em funcionamento.