18 de junho de 2021
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    PLEBISCITO SOBRE VLT

    Mendes diz que Emanuel “esperneia” para manter “filho da corrupção”

    Segundo Mendes, não há qualquer valor jurídico em uma consulta popular feito só em Cuiabá

    Imagem: governador mauro mendes Mendes diz que Emanuel “esperneia” para manter “filho da corrupção”
    O governador Mauro Mendes, que voltou a criticar o VLT: “filho da corrupção” – Foto: Divulgação/Secom

    O governador Mauro Mendes (DEM) voltou a criticar a postura do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), que defende a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Capital e em Várzea Grande.

    “O Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana já aprovou a alteração de VLT para BRT. Eles [prefeitura] ficam esperneando, gastando dinheiro público, que não vai produzir nenhum resultado”, disparou Mendes.

    “Isso é jogar dinheiro público na lata do lixo”, emendou o governador, em alusão à aprovação de um plebiscito para discutir a alteração de modal.

    Segundo Mendes, não há qualquer valor jurídico em uma consulta popular que venha a ser realizada somente em Cuiabá, uma vez que a medida – para ter validade – teria de ser realizada em todo o Estado.

    Em entrevista à imprensa na manhã desta segunda-feira (31), Mendes voltou a falar sobre as denúncias de desvio de dinheiro público que rondam a obra do VLT.

    Ele inclusive, questionou os motivos que levam Emanuel a fazer tal defesa pelo modal de transporte.

    “Já falei muitas vezes que esse VLT nasceu pela corrupção, na falsificação de documentos. Cresceu na corrupção e nós o enterramos. Então, esse filho da corrupção está sendo alimentado pela Prefeitura de Cuiabá. Por que? Qual interesse nisso? O que está por trás disso?”.

    “O Governo colocou tecnicamente todos os argumentos: custa mais barato, é tão eficiente quanto. Eu tenho convicção que o BRT é melhor. Alguns deles, para defender o VLT chegam a usar do absurdo da mentira dizendo que o BRT é a diesel. Eles têm que lançar mão de uma mentira gigantesca para tentar defender o argumento daquilo que é indefensável. Por que fazer algo mais caro? Agora, tem que explicar ao senhor Emanuel Pinheiro e a Prefeitura de Cuiabá porque insiste tanto em manter vivo o filho da corrupção”, concluiu.