17 de junho de 2021
Mais
    Capa Destaques Presidente da OAB-MT reafirma críticas à Lei de Custas e questiona 'Justiça...
    EM RONDONÓPOLIS

    Presidente da OAB-MT reafirma críticas à Lei de Custas e questiona ‘Justiça cara’

    Leonardo Campos cumpre agenda hoje (11) em Rondonópolis e será entrevistado na live do portal Agora MT; ele afirma que custo judicial pode ser obstáculo ao acesso dos mais pobres à Justiça

    Imagem: Leonardo oab Presidente da OAB-MT reafirma críticas à Lei de Custas e questiona 'Justiça cara'
    Leonardo Campos, presidente da OAB-MT, cumprirá agenda com advogados hoje em Rondonópolis – Foto: OAB

    O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Leonardo Campos, está em Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá) nesta sexta-feira (10) e concede entrevista exclusiva ao site Agora MT em live às 17h, para tratar sobre acesso à Justiça em plena pandemia de covid-19.

    Ele também vai falar sobre fake news, liberdade de expressão, exame da Ordem e outros assuntos de interesse da advocacia e do país. Rondonópolis é a maior subseção da OAB-MT. A live será transmitida na página do portal Agora MT no Facebook, onde também será possível interagir enviando perguntas e sugestões.

    De acordo com Campos, o principal desafio da OAB-MT, neste momento de crise sanitária jamais vista, é garantir a efetiva prestação jurisdicional, aliada à garantia do exercício profissional, com liberdade, independência e autonomia.

    Sobre liberdade de expressão, o presidente reforça que esse direito é cláusula pétrea conquistada a preço muito caro, com a derrocada do regime ditatorial. Mas também traz responsabilidades.

    “Tem gente hoje em dia extrapolando esse direito. O que se vê são pessoas fazendo acusações e imputações a outrem sem menor lastro de comprovação, sem o menor critério de responsabilidade, não se pode confundir liberdade de expressão com ofensa gratuita”, ressalta.

    Sobre a busca do cidadão ao Judiciário, ele defende o livre acesso e critica a Lei de Custas atual, que é motivo de combate da OAB desde 2019. “Na nossa visão, afasta o cidadão do acesso à justiça, impondo condições financeiras e isso não é garantir direitos”.