05 de agosto de 2021
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    INGRESSO NA POLÍTICA

    Delegado diz que caminho é “obscuro”, mas admite disputa à AL

    Flavio Stringueta disse que, no momento, tem maior familiaridade com o PRTB

    Imagem: Flavio stringueta Delegado diz que caminho é “obscuro”, mas admite disputa à AL
    O delegado Flavio Stringueta, que admite disputa à AL – Foto: Reprodução

    O delegado de polícia Flavio Stringueta admitiu que pode concorrer a um cargo eletivo na eleição de 2022, tendo preferência por uma vaga na Assembleia Legislativa.

    Nos últimos meses, seu nome esteve envolto em algumas polêmicas em razão de críticas feitas ao Ministério Público Estadual, o que lhe rendeu sua exoneração do comando da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

    Stringueta foi realocado para a Delegacia do Carumbé o que, para ele, foi uma retaliação em razão de seus posicionamentos.

    “Ainda tenho receio [de disputar cargo político], é um caminho obscuro para mim, mas não vejo alternativa, porque não sou mais nada, hoje, dentro da Polícia Civil. Talvez, no campo político, eu consiga ser melhor para a sociedade do que estou sendo hoje”, disse.

    “Nunca pensei em usar aquele artigo [com críticas ao MPE e seus membros] para me promover politicamente. Não esperava, talvez ingenuamente, a repercussão que teve e as consequências. O que fiz pode me levar a ser candidato, mas não fiz querendo ser candidato”, emendou.

    As declarações foram dadas na manhã desta segunda-feira (5), em entrevista a uma rádio da Capital.

    Na ocasião, o delegado admitiu que vem sendo “assediado” por algumas siglas. E, segundo ele, ao menos por ora, há uma proximidade maior com o PRTB, do vice-presidente da República, Hamilton Mourão.

    “O PRTB me chama a atenção porque além de ser o partido do Mourão – que é um político que eu respeito muito e admiro – é uma sigla que não utiliza dinheiro público nas campanhas, o que acho que é o correto”, justificou.

    “Não me filei ainda, alguns partidos tem feito convites para eu concorrer a deputado fededral e até Senado, o que já acho muita coisa. Se fosse para eu escolher, mas acho que quem escolhe é o partido, eu escolheria ficar aqui no estado”.