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PARA O BRASIL

Wellington comemora vacina nacional e quer taxar grandes fortunas

Senador destacou a importância do domínio tecnológico para controlar a Covid-19 e defende atuação firme pela retomada do crescimento econômico

Por Eduardo Ramos

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O senador mato-grossense Wellington Fagundes durante sessão da CTCOVID – Foto: Agência Senado

Autossuficiência em vacinas e atenção máxima às pessoas mais atingidas pela crise decorrente da pandemia no Brasil. Segundo o senador Wellington Fagundes (PL) estas devem ser as prioridades do Brasil em 2022. A primeira meta ele considera quase atingida, com o avanço das pesquisas e o início dos testes em humanos da primeira vacina 100% brasileira.

Em postagens nas redes sociais e entrevistas a veículos de comunicação de todo o país, Fagundes destacou a importância do domínio tecnológico sobre os processos de produção da vacina contra a Covid-19.

Na quinta-feira (13) ele participou, na Bahia, do lançamento da fase final de testes da vacina brasileira RNA MCTI CIMATEC HDT, resultado de uma parceria entre SENAI CIMATEC e a empresa americana HDT Bio Corp, com a RedeVírus MCTI e financiamento do Governo Federal por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

“À partir de agora o Brasil entra para o grupo de poucos países com capacidade para desenvolver vacinas contra a Covid-19. Ela é feita com a tecnologia mais avançada, que estimula a produção de defesa do organismo e protege contra todas as variantes conhecidas – inclusive a ômicron”, comemorou.

Wellington destaca que o país já domina a produção do IFA (ingrediente básico usado para a produção de vacinas) e tem hoje 14 pesquisas para desenvolvimento de vacinas com tecnologia nacional. Quatro delas estão na fase final e todas tiveram recursos do governo federal.

“O Governo Bolsonaro é um dos que mais investiu em pesquisas no mundo. Foram mais de R$ 300 milhões liberados através do Ministério da Ciência e Tecnologia e há garantia de recursos para a conclusão de todas as pesquisas em andamento”, explica.

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O ministro da Ciência e Tecnologia com um dos voluntários no lançamento de testes da vacina brasileira contra a Covid-19 – Foto: Agência Brasil

No ano passado o senador foi um dos que mais se destacou na busca de soluções para a crise sanitária causada pela pandemia. Como relator da ‘Comissão Temporária de Covid-19’ ele ajudou a destravar recursos para pesquisas de vacinas e também a agilizar respostas para a falta de insumos que atingiu hospitais de todo o país no pico das contaminações.

Paralelo ao trabalho na CTCOVID-19, Wellington levantou a bandeira pelo uso das indústrias veterinárias na produção de vacinas contra o coronavírus. O projeto foi aprovado por unanimidade e já sancionado pelo presidente Bolsonaro.

A estrutura das indústrias veterinárias será adaptada e é considerada fundamental para garantir a autossuficiência na produção das vacinas no Brasil. Só com estas unidades o país poderá fabricar mais de 400 milhões de doses em poucos meses.

GRANDES FORTUNAS
Wellington Fagundes defende a atuação da Anvisa e o cumprimento das recomendações visando prevenir a doença. Para ele, as ações do Governo associadas à conscientização da população devem garantir o controle da pandemia e abrir espaço para o outro grande problema nacional: a retomada do crescimento.

O parlamentar defende investimentos amplos para estimular a geração de empregos e ações urgentes para amparar quem já sofre com a fome e o desemprego.

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Wellington Fagundes diz que governo de Jair Bolsonaro foi um dos que mais investiu em pesquisas no mundo – Foto: Assessoria

“Ninguém está desempregado por que quer. A situação de crise, causada pela pandemia, abalou o mundo e o Brasil também. Temos 17 milhões de pessoas recebendo ajuda do Governo Federal através do Auxílio Brasil. Hoje temos uma reserva cambial de 360 bilhões de dólares e é obrigação do país ajudar as pessoas que estão na condição de desemprego e necessidade”, afirma.

Wellington diz que o momento também exige a colaboração dos mais ricos. Ele defende a criação de um imposto sobre grandes fortunas (IGF), para financiar investimentos no setor produtivo e ações sociais visando combater os efeitos negativos da Covid-19.

“Voltando do recesso (parlamentar) retomarei a cobrança para que o Brasil faça a taxação das grandes fortunas. A pandemia causou uma concentração de renda no mundo, no Brasil e em Mato Grosso mais ainda”, afirma.

“O estado não pode ser mínimo, deve ter o tamanho o necessário para atender suas funções. Temos de valorizar o trabalhador e o servidor público. O desenvolvimento da nossa vacina é um exemplo disso”, diz ele destacando a participação de cientistas e pesquisadores de instituições públicas brasileiras.

Conforme Wellington, o país deve mirar também na Educação para acelerar a retomada do crescimento. “Como relator da Educação no Orçamento da União procurei fazer um trabalho para conectar Educação, Ciência, Saúde e Tecnologia. O mundo está evoluindo e precisamos nos preparar de forma estratégica”, alerta.

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