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BARRA DO PARAÍSO

Polícia Ambiental apreende 42 quilos de pescado ilegal durante fiscalização no Rio Vermelho em Rondonópolis

A Polícia Ambiental reforça que a pesca durante o período de piracema é crime ambiental e que denúncias podem ser feitas de forma anônima

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Imagem: Pescado apreendido Polícia Ambiental apreende 42 quilos de pescado ilegal durante fiscalização no Rio Vermelho em Rondonópolis
Pescado apreendido – Foto: PMPA-MT

A Polícia Militar de Proteção Ambiental apreendeu 42 quilos de pescado irregular durante uma ação de fiscalização realizada na região conhecida como Barra do Paraíso, às margens do Rio Vermelho, em Rondonópolis (MT). A ocorrência foi registrada no último dia 24 de janeiro, mas divulgada oficialmente nesta terça-feira (28).

De acordo com a 2ª Companhia Independente de Polícia Militar de Proteção Ambiental (2ª CIPMA), a equipe recebeu informações de que indivíduos estariam praticando pesca predatória durante o período de piracema e escondendo o pescado na mata próxima ao rio. Diante da denúncia, guarnições do serviço de 24 horas e da fiscalização ambiental se deslocaram até o local.

Durante patrulhamento a pé na região e nas proximidades da comunidade Paraíso, os policiais encontraram uma geladeira velha utilizada como caixa de armazenamento, contendo quatro exemplares de pescado das espécies pintado e cachara, totalizando 42 quilos.

Na sequência da varredura, também foram localizadas três redes de pesca, consideradas petrechos proibidos: uma rede de 100 metros com malha de 8 centímetros, outra de 50 metros com malha de 18 centímetros e uma terceira de 60 metros, também com malha de 18 centímetros.

Imagem: O pescado apreendido foi doado para a instituicao da APAE Polícia Ambiental apreende 42 quilos de pescado ilegal durante fiscalização no Rio Vermelho em Rondonópolis
O pescado apreendido foi doado para a instituição da APAE – Foto: PMPA-MT

Nenhum suspeito foi encontrado no momento da fiscalização, tanto no local da pesca quanto nas proximidades onde o pescado estava escondido. Todo o material foi apreendido. O pescado foi doado à APAE e os petrechos ilegais foram destruídos, conforme determina a legislação ambiental.

A Polícia Ambiental reforça que a pesca durante o período de piracema é crime ambiental e que denúncias podem ser feitas de forma anônima.

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