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Robson “Robinho da Lua” tinha quase 30 registros criminais antes de ser assassinado em Rondonópolis

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Imagem: rjyrg Robson “Robinho da Lua” tinha quase 30 registros criminais antes de ser assassinado em Rondonópolis
Homem morre após ser baleado durante tiroteio no Pedra 90 – Foto: Ana Clara Costa/TV Cidade/AgoraMT

Robson Lopes dos Santos, de 45 anos, conhecido como “Robinho da Lua”, natural de Araputanga, tinha um histórico extenso de envolvimento com a criminalidade antes de ser morto a tiros na noite desta sexta-feira (2), no bairro Pedra 90, em Rondonópolis. A vítima estava com tornozeleira eletrônica e residia na cidade há apenas 11 dias, vivendo um relacionamento há cerca de dois meses com a mulher que o acompanhava.

Segundo levantamento policial, Robson acumulava 28 passagens criminais ao longo da vida, incluindo furtos, uso ilícito de drogas, lesão corporal, apropriação indébita, ameaça e desobediência à ordem judicial, entre outros delitos.

Destaque para os seguintes registros:

  • 2008-2010: Diversos registros de furto e dano;

  • 2011: Uso ilícito de drogas e tentativa de homicídio;

  • 2014-2015: Apropriação indébita, vias de fato dentro de unidade prisional e furto;

  • 2017-2021: Ameaça, furtos, receptação e uso ilícito de drogas;

  • 2022: Prisão por mandado, vítima de duas tentativas de homicídio, e descumprimento de ordem judicial (rompimento da tornozeleira eletrônica);

  • 2024-2025: Prisão por mandado e lesão corporal.

O histórico mostra que Robson cometia diversos crimes e possivelmente estava ligado a uma facção criminosa. A vítima já havia sobrevivido a outras duas tentativas de homicídio anteriores, reforçando a sua trajetória no meio criminal.

Relembre o caso

Na noite de sexta-feira (2), Robson foi encontrado morto dentro de sua residência na Rua A-11, Pedra 90, após ser alvejado por 16 disparos de arma de fogo, atingindo cabeça, rosto, costas e nádegas. No local, foram encontrados 9 cápsulas de projétil calibre 9 mm.

Equipes do GAP da Polícia Militar, do Samu e da Politec estiveram no local para atendimento, perícia e remoção do corpo. Robson estava com tornozeleira eletrônica no momento do crime, residindo na cidade há 11 dias e vivendo há cerca de dois meses com sua companheira.

O caso segue sob investigação, com equipes da Polícia Civil apurando a autoria e motivação do homicídio.

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