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Boato de sequestro em condomínio no Granville assusta moradores mas polícia descarta crime

Áudios e imagens que circulam em grupos de WhatsApp geraram pânico no bairro Granville, mas ocorrência registrada aponta que não houve sequestro e sim um desacordo comercial

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Imagem: VIDEO SITE 8 Boato de sequestro em condomínio no Granville assusta moradores mas polícia descarta crime
Suposto sequestro foi esclarecido apenas como desentendimento – Foto: Reprodução

Um suposto caso de sequestro mobilizou moradores do bairro Granville 02, em Rondonópolis (MT), na noite de quinta-feira (26), após áudios e imagens de câmeras de segurança começarem a circular em grupos de WhatsApp da cidade.

Nas mensagens compartilhadas, uma moradora relata que uma vizinha teria sido rendida por ocupantes de uma caminhonete modelo SW4, levada à força e obrigada a realizar transferências via Pix, além de ter sido agredida. O áudio rapidamente se espalhou e causou preocupação entre os moradores da região.

Diante da repercussão, a equipe do Portal AgoraMT buscou apurar os fatos para esclarecer a situação.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada via 190, por volta das 21h, após denúncia de que uma jovem teria sido levada por um veículo na rua GV7, no bairro Granville 02.

Ao chegar no local indicado, os policiais encontraram a suposta vítima, que segundo informações, se tratava de uma mulher de 25 anos, natural do Paraná e que residia há pouco tempo em Rondonópolis.

Em relato à equipe policial, a jovem informou que não se tratava de sequestro, mas sim de um mal-entendido envolvendo uma compra realizada em uma loja horas antes.

Segundo a mulher, ela havia adquirido produtos e acreditava ter efetuado o pagamento via Pix, porém a transferência não foi concluída. Diante da situação, o responsável pela loja foi até o endereço da cliente para verificar o ocorrido.

Inicialmente, a jovem se dispôs a devolver os produtos, mas informou que parte dos itens havia sido entregue ao namorado. Durante o deslocamento até a residência do rapaz, ela conseguiu regularizar o pagamento por meio do Pix e acabou ficando com as mercadorias.

A ocorrência foi registrada e conforme a polícia, não houve crime de sequestro ou cárcere privado.


O caso serve de alerta para a população sobre o compartilhamento de informações não verificadas, especialmente em aplicativos de mensagens, onde conteúdos podem ganhar grande repercussão rapidamente e causar pânico.
A orientação é sempre buscar fontes oficiais ou veículos de comunicação confiáveis antes de repassar qualquer informação.

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