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ESTRATÉGIA

Rede municipal de saúde terá mudanças no atendimento para enfrentar período crítico das queimadas em Rondonópolis

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Via: Gcom
Imagem: SMS Rede municipal de saúde terá mudanças no atendimento para enfrentar período crítico das queimadas em Rondonópolis
Secretaria Municipal de Saúde (SMS) – Foto: Marcos Miraglia/Gcom

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Rondonópolis definiu como será o fluxo de atendimento na rede municipal durante o enfrentamento ao período de queimadas de 2026. As medidas, que começam a valer nesta terça-feira (21), são necessárias devido ao aumento de casos de infecções de vias aéreas (IVAs) e outros agravos respiratórios.

Segundo levantamento da SMS, o aumento dos atendimentos respiratórios devido aos focos de queimadas começa já neste mês de julho, com piora da qualidade do ar no mês de agosto. Setembro é considerado o período de pico dos problemas, demandando o maior número de atendimentos na rede municipal, seguindo até o início de outubro, com redução gradual a partir da segunda quinzena do mês.

Para organizar o atendimento, pacientes com casos leves devem procurar as unidades básicas de saúde (UBSs), e o acompanhamento deve ocorrer na mesma unidade. O atendimento também acontece nas Estratégias de Saúde da Família (ESFs) que funcionam em terceiro turno, das 18h até a zero hora, com portas abertas para receber crianças e adultos.

A medida atende as unidades da Vila Olinda, Cidade de Deus e Itamaraty. O terceiro turno do bairro Vila Rica será transferido para o bairro Mathias Neves, para acomodar melhor a população.

Em caso de não melhora, o paciente deve procurar a Policlínica Central, que é a unidade indicada pela SMS para atendimento durante o período sazonal. A Unidade de Pronto Atendimento Infantil (PA Infantil) e a UPA 24 horas devem ser procuradas em casos mais graves, pois são indicadas somente para atendimento de urgência e emergência.

Com as medidas, a Secretaria de Saúde espera reduzir o uso inadequado das emergências e melhorar a segurança clínica, reduzir uma possível superlotação na UPA e no PA Infantil, além de diminuir o tempo de espera por atendimento durante o período sazonal.

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