“É um indicador que demonstra o compromisso do Tribunal de Justiça de Mato Grosso em incentivar a solução consensual dos conflitos, oportunizando que as partes construam acordos antes do prosseguimento da ação judicial. Isso torna a prestação jurisdicional mais ágil e próxima das necessidades da população”, avalia o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira.
“Isso é resultado de um trabalho estruturado, em que se buscou a participação de todo o sistema de justiça. Hoje nós temos parcerias com a OAB, com o Ministério Público, com a Defensoria Pública, com a Associação Mato-grossense dos Municípios. Fazemos vários projetos em parceria, não só no desenvolvimento regular dos pedidos, mas trabalhando muito com mutirões”, destaca o desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do TJMT (Nupemec).Segundo o CNJ, a expansão dos Cejuscs acompanha o fortalecimento da cultura da conciliação no Judiciário brasileiro. Além de contribuir para a redução da litigiosidade, a iniciativa estimula soluções construídas pelas próprias partes, preservando relações e proporcionando respostas mais rápidas aos cidadãos.
“A finalidade é apresentar soluções pacíficas de conflito em todas as áreas do direito da qual o Tribunal de Justiça participa. Quando se busca essa pacificação social e quando há participação democrática da própria parte na busca de uma solução, isso traz uma satisfação à população, pois os conflitos estão sendo resolvidos de uma forma participativa e não impositiva”, completa Kono.


