
A China tem ampliado sua infraestrutura financeira na África para facilitar transações comerciais em yuan e moedas locais, reduzindo a dependência do dólar. Um dos avanços foi a autorização para pagamentos em yuan pelo Standard Bank, maior grupo bancário do continente.
Apesar da iniciativa, especialistas avaliam que o uso da moeda chinesa ainda é limitado. Atualmente, o yuan representa cerca de 8,5% das transações comerciais globais e permanece atrás do dólar, que continua dominante no comércio internacional.
Analistas destacam que a própria China não tem interesse em uma substituição rápida do dólar, devido às suas reservas em moeda americana e à estratégia de preservar a competitividade de suas exportações. Enquanto isso, integrantes do Brics discutem alternativas para reduzir a dependência do dólar, incluindo a criação de uma nova moeda para o comércio entre países do Sul Global.


