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TJMT é o 4ª melhor tribunal estadual do país no Índice de Desempenho de Sustentabilidade

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Imagem: TJMT TJMT é o 4ª melhor tribunal estadual do país no Índice de Desempenho de Sustentabilidade
Assessoria

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) subiu, no biênio 2025-2026, 15 posições no Índice de Desempenho de Sustentabilidade (IDS). Com IDS de 72%, o TJMT saltou da 19ª para a 4ª colocação no ranqueamento do 10º Balanço da Sustentabilidade do Poder Judiciário, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça, com ano-base 2025.

O desempenho também colocou o TJMT na primeira posição entre os tribunais estaduais de médio porte. O índice reúne diferentes indicadores relacionados às práticas ambientais, operacionais, de equidade e diversidade adotadas pelas instituições. O resultado mostra avanços do Judiciário mato-grossense em áreas que fazem parte da rotina administrativa.

“Os números nos deixam satisfeitos e mostram que, se continuarmos investindo em iniciativas ambientalmente responsáveis, temos um caminho de sucesso pela frente. O desafio é transformar esses avanços em uma cultura permanente, para continuarmos desenvolvendo projetos e boas práticas de sustentabilidade”, avalia o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira.

Consumo de água e energia renovável

Entre os indicadores ambientais, um dos destaques foi o consumo de água e esgoto. O TJMT registrou 0,10 m³ por metro quadrado, o menor índice entre os tribunais estaduais de médio porte e um dos seis menores de toda a Justiça Estadual do país. O resultado corresponde à metade da média registrada no segmento, de 0,20 m³ por metro quadrado.

Outro resultado expressivo apareceu no uso de energia renovável. Em 2025, 15,9% da energia consumida pelo TJMT teve origem renovável, o melhor desempenho entre os tribunais estaduais de médio porte e o sétimo maior percentual entre todos os Tribunais de Justiça. O índice também ficou acima das médias da Justiça Estadual no país, de 10,8%, e de todo o Poder Judiciário, de 8%.

Menos papel, copos e energia

O Tribunal também apresentou bons resultados em indicadores de consumo, como papel, copos descartáveis e gasto de energia elétrica. Foi utilizada 1,4 resma de papel por pessoa, contra 2,1 da média das justiças estaduais, enquanto o consumo de copos descartáveis ficou em 0,3 cento por pessoa, diante da média de 1,1 dos demais tribunais. O gasto de energia elétrica também foi menor, com 25 kWh/m² contra 28 kWh/m².

A quantidade de impressões também acompanhou essa tendência. O Judiciário de Mato Grosso registrou 1.071 impressões por pessoa, abaixo da média de 1.301 impressões per capita observada entre os Tribunais de Justiça.

Sustentabilidade nas contratações

Outro destaque do levantamento foi a adoção de critérios de sustentabilidade nas contratações. Em 2025, 93% das contratações realizadas pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso incluíram critérios sustentáveis, 19 pontos percentuais acima da média das Justiças Estaduais, que foi de 74%.

Equidade e diversidade

Na área de equidade e diversidade, o Poder Judiciário mato-grossense também apresentou resultados relevantes. As mulheres representam 62,3% dos servidores ocupantes de cargos de chefia. Este é o terceiro maior percentual entre todos os Tribunais de Justiça e acima da média estadual, de 56,1%.

Entre os servidores negros, a participação em cargos de chefia chegou a 47,1%, segundo melhor resultado entre os tribunais de médio porte e 21,3 pontos percentuais acima da média estadual, que é de 25,8%.

A presença de pessoas com deficiência em cargos de chefia também alcançou destaque, com 4,4%, maior percentual entre os tribunais estaduais de médio porte, empatado com o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA).

“O avanço de 15 posições no IDS demonstra que estamos consolidando a sustentabilidade como parte da gestão e das decisões do Tribunal. Esse resultado não decorre de uma ação isolada, mas de um trabalho contínuo e integrado, que envolve magistrados, servidores e colaboradores. Mais do que a posição alcançada no ranking, esse desempenho mostra que estamos transformando diretrizes em práticas concretas e fortalecendo cada vez mais a sustentabilidade como um compromisso institucional”, destaca o coordenador do Núcleo de Sustentabilidade do TJMT, desembargador Rodrigo Roberto Curvo.

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