O candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes, esteve em Campo Novo do Parecis neste domingo (06/09), no encerramento da primeira edição da FIT Etno Brasil, Feira Internacional de Etnoturismo. O evento reuniu turismo, cultura, gastronomia, artesanato, manifestações dos povos originários e profissionais do setor, colocando Campo Novo no circuito nacional e internacional do etnoturismo. Durante a visita, Wellington ouviu as demandas das comunidades e defendeu que o próximo passo seja transformar esse potencial em política pública permanente de etnodesenvolvimento, capaz de apoiar o turismo, a produção de alimentos, a qualificação profissional e a geração de renda. “A feira mostra que existe aqui uma força enorme, que precisa ser acompanhada pelo poder público. O que falta é uma política estruturada para que as comunidades possam avançar ainda mais, produzindo, gerando renda e preservando sua cultura”, afirmou.

Em entrevista à imprensa local, Wellington ressaltou que sua relação com Campo Novo do Parecis e com os Parecis não começou agora. De 2020 e 2026 o município recebeu mais de R$ 20 milhões por meio do (FEX), projeto de sua autoria, além de recursos para a agricultura, infraestrutura e saúde. O candidato lembrou ainda que em 2021, quando foi relator setorial do Orçamento da União para a Educação, recebeu e avalizou proposta apresentada pelo líder indígena Arnaldo Zunizakae para implantação de cursos profissionalizantes nas aldeias, voltados à qualificação para a agricultura desenvolvida pelos Parecis. “Minha relação com os Parecis não começou agora. Há anos venho ouvindo o cacique Arnaldo e trabalhando para que os povos indígenas tenham qualificação, oportunidade e condições de desenvolver suas próprias atividades”, afirmou.
O candidato também ressaltou sua presença ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro em Campo Novo do Parecis, em abril de 2024, quando acompanhou a agenda na Aldeia Wazare e conheceu de perto o modelo de produção e a riqueza cultural dos Parecis. Wellington destacou que aquela experiência reforçou sua convicção de que é possível conciliar produção, preservação ambiental, cultura e geração de renda. A proposta agora, segundo ele, é levar essa visão para o Governo do Estado, com qualificação profissional nas aldeias, formação técnica, valorização do modelo agrícola Parecis e uma política de etnodesenvolvimento construída com as próprias comunidades. “Eu estive aqui com Bolsonaro e conheci de perto a força e a cultura dos Parecis. O que vi foi um povo que quer preservar sua identidade, mas também quer produzir, trabalhar e gerar oportunidade para sua comunidade”, afirmou.
Após Campo Novo, Wellington seguiu para Tangará da Serra, onde circulou pela feira gastronômica da cidade ao lado do candidato a deputado estadual Escobar, esteve na Casa da Direita e participou da gravação do podcast Pinga Fogo. Na sequência, seguiu para Rondonópolis, onde participou na manhã deste 7 de setembro do desfile cívico em sua cidade natal.
A passagem por diferentes municípios, segundo Wellington, reforça sua proposta de um governo descentralizado e conectado às vocações de cada região. “O Nortão e o Médio-Norte não podem ser apenas grandes produtores de riqueza. Precisam participar das decisões do Governo do Estado”, defendeu.


