
Dois suspeitos foram presos preventivamente após investigações sobre um assalto violento ocorrido na madrugada do dia 27 de setembro, no distrito de Progresso, em Tangará da Serra. Na ocasião, três criminosos armados invadiram a residência de uma idosa que morava sozinha.
Imagens registraram o momento em que dois suspeitos chegaram ao local. Durante a ação, a vítima foi agredida fisicamente e submetida a tentativas de afogamento. Os assaltantes exigiam que ela entregasse um cofre que, segundo as investigações, sequer existia na residência.
Os criminosos fugiram levando joias, dinheiro e o veículo da vítima. O automóvel foi localizado abandonado ainda no mesmo dia, mas os demais objetos não foram recuperados.
Criminosos teriam recebido informações de moradores da região
Um dos pontos que chamaram a atenção dos investigadores foi o conhecimento que os assaltantes tinham sobre a vida pessoal da vítima.
De acordo com a Polícia Civil, há indícios de que moradores do próprio distrito de Progresso tenham repassado informações sobre a rotina da idosa, facilitando a ação criminosa.
Outro detalhe que chamou a atenção foi a crueldade contra os animais domésticos da vítima. Segundo o delegado responsável pelo caso, cães e gatos foram mortos para evitar que atacassem os criminosos durante a invasão.
Investigações continuam
Durante as investigações, a Polícia Civil identificou dois suspeitos maiores de idade envolvidos no roubo. A autoridade policial solicitou à Justiça a prisão preventiva de ambos, e os pedidos foram concedidos.
Segundo o delegado, os investigados possuem antecedentes criminais e histórico de envolvimento com facções criminosas.
A polícia também trabalha para identificar outros participantes do crime, incluindo possíveis responsáveis por fornecer informações sobre a vítima.
As investigações continuam, e novas prisões ou apreensões poderão ocorrer conforme o avanço das apurações e a obtenção de novas decisões judiciais.
Vítima sofreu agressões físicas e psicológicas
Além dos prejuízos materiais, a violência provocou consequências físicas e emocionais para a idosa.
De acordo com o delegado, a vítima foi submetida a agressões físicas e tortura psicológica, situações que podem deixar marcas profundas.
A autoridade policial destacou que, embora os ferimentos físicos possam cicatrizar, os impactos emocionais de crimes dessa natureza podem acompanhar as vítimas por muitos anos.
O caso segue sob investigação da Polícia Judiciária Civil.


