O governo da Nova Zelândia pede que a população fique afastada das praias afetadas pelo maior vazamento de óleo da história do país. Contêineres começaram a chegar em terra firme, após caírem do navio Rena. (Foto: Bradley Ambrose/AFP)

Ao menos 500 pessoas ligadas ao governo da Nova Zelândia foram nesta quinta-feira (13) às praias da baía de Plenty com o objetivo de limpar o óleo que vazou do petroleiro Rena, encalhado a 22 km da costa do país, e que se aglutinou na areia.

Parte do petróleo derramado no mar chegou à praia de Papamoa, afetando a vida selvagem do local e transformando a areia branca em preta.

De acordo com o jornal “NZ Herald”, apenas nesta quinta foram retiradas 55 toneladas de resíduos sólidos e líquidos que estavam na areia. Além disso, 88 contêineres já caíram no mar, um deles contendo uma substância que explode quando entra em contato com água. Alguns foram parar em praias da região de Tauranga, na Ilha do Norte.

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Uma grande rachadura surgiu no casco do navio liberiano Rena e a Autoridade Marítima da Nova Zelândia (MNZ, na sigla em inglês) informou que é “questão de tempo” para que a embarcação se parta em dois grandes pedaços, liberando grande quantidade de petróleo no oceano.

O navio, que transportava 1.700 toneladas de petróleo, colidiu com uma barreira de recifes no último dia 5 e desde então já vazou aproximadamente 300 toneladas de óleo. Equipes do serviço ambiental registraram ao menos 200 mortes de aves afetadas pelo desastre ambiental.

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