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O prefeito de Campo Verde, Dimorvan Alencar Brescancim, assinou no dia 13 de abril a ordem de serviço para o início imediato das obras de conclusão do aterro sanitário do município. A obra que será realizada pela empresa TLT Construções, deve começar nos próximos dias e ser concluída num prazo máximo de cinco meses.

A Prefeitura adquiriu uma área de 10 hectares para construir o aterro sanitário que terá um limite de operação de até 30 anos e é possível também realizar uma ampliação. A Prefeitura já investiu R$ 350 mil no início da construção do aterro e conseguiu um recurso de R$ 742 mil da Funasa para a conclusão da obra. Em contrapartida o município irá realizar a limpeza e a terraplanagem do terreno.

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Esta semana o prefeito juntamente com os secretários de Desenvolvimento Agrícola e Meio Ambiente, Manoel Messias, e Obras e Viação, Juarez José Fin Albieiro, foram acompanhar os serviços de estão sendo realizados no local.

Segundo o prefeito, desde 2005 a Administração Municipal está lutando para implantar o aterro no município. “Campo Verde é uma das poucas cidades de Mato Grosso a investir na construção do aterro para o tratamento do lixo de forma adequada. Além disso, a cidade já está desenvolvendo um Programa de Coleta Seletiva desde agosto de 2011. Esta obra será um grande avanço para a cidade, pois além de garantir uma melhor qualidade de vida e aumentar da renda dos catadores ainda possibilita uma destinação adequada dos resíduos sólidos da cidade, como determina a legislação”, explicou Brescancim.

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O prefeito disse que quando o aterro estiver em pleno funcionamento a Prefeitura irá desativar o lixão e realizar a recuperação da área degradada. “Temos a intenção de recuperar toda aquela área e construir um bosque”, contou.

O secretário Manoel Messias relata que nesta etapa será construído um galpão de triagem para a separação total dos resíduos sólidos do município e vai gerar em torno de 15 empregos diretos. “Todo material que é recolhido na coleta comum irá passar por uma segunda triagem neste galpão onde o que pode ser comercializado será prensado em blocos e o que não for reciclável, será depositado nas valas e devidamente confinado”, reiterou Messias.

Ainda de acordo com o secretário a partir disso Campo Verde passa a ser um dos poucos municípios que tem o manejo correto dos resíduos sólidos conforme exige a Lei Federal 1.2305/2010, que estabelece a política nacional de resíduos sólidos.

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