Foto: Moderna Digital

O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria avançou 2,5% na passagem de maio para junho, após registrar taxas negativas por três meses consecutivos e acumular perda de 3,4% no período, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com junho de 2011, o valor da folha de pagamento real cresceu 3,7%, o trigésimo resultado positivo consecutivo em base anual. Foi registrado resultado positivo nos 14 locais pesquisados, com destaque para São Paulo (2,7%), Minas Gerais (7,3%) e Paraná (7,9%).

Em São Paulo, a expansão foi impulsionada em grande parte pelos setores de meios de transporte (15,2%), máquinas e equipamentos (4,5%) e produtos químicos (5,8%). Em comparação a junho de 2011, o valor da folha de pagamento real no total do País cresceu em 11 dos 18 setores investigados, com destaque para meios de transporte (10,1%), máquinas e equipamentos (6,7%), alimentos e bebidas (3,3%), indústrias extrativas (9,2%), produtos químicos (5,4%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (5,0%), minerais não metálicos (3,6%) e borracha e plástico (1,8%).

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Em contrapartida, os setores de vestuário (-4,6%), calçados e couro (-4,1%), têxtil (-2,5%) e de madeira (-4,9%) exerceram os maiores impactos negativos sobre o total da indústria.

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