Zanetti encerra o ano de 2012 com mais uma medalha de ouro (Foto: Divulgação)

O ano de 2012 foi dourado para Arthur Zanetti. Depois de se tornar o primeiro ginasta brasileiro a conquistar uma medalha olímpica, com o ouro nos Jogos de Londres, o paulista de 22 anos fechou o ano com mais uma conquista. Na madrugada deste sábado, em Tóquio, no Japão, Zanetti repetiu a dose das Olimpíadas, marcou os mesmos 15.900 pontos e ficou com o título nas argolas na Copa Toyota de Ginástica. Os japoneses Yusuke Tanaka e Yusuke Saito ficaram com a prata (14.850) e o bronze (14.850), respectivamente. Além da conquista nas argolas, o brasileiro terminou em quarto lugar no solo.

– Fui quarto colocado no solo com 14.275, mas nas argolas tirei 15.900 e levei o título. Foi uma competição demorada, mas muito legal, diferente das outras, uma boa experiência. A abertura, com todos os ginastas no solo, foi bacana. Gostei muito da minha participação e o legal é que fechei o ano com chave de ouro. Isso foi o mais importante – disse Zanetti, após a premiação.

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Zanetti volta ao Brasil na próxima segunda-feira e participa do Prêmio Brasil Olímpico, que acontece na terça, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ele concorre ao prêmio de Atleta do Ano.

Arthur encerra 2012 com o ouro olímpico nas argolas e cinco medalhas em etapas de Copa do Mundo. Em Cottbus, na Alemanha, ficou com a prata (15.600), em março. Foi ouro em Oseijek, na Croácia (15.875), em abril; em Maribor, na Eslovênia (15.575); e em Ghent, na Bélgica (15.925), em junho. Em novembro, ainda ganhou a prata em Ostrava, na República Checa (15.825).

Depois das férias, Arthur retoma aos treinos na segunda quinzena de janeiro, com o técnico Marcos Goto, e já fixou seus dois objetivos para 2013 – a disputa da Universíade de Kazan, na Rússia, de 6 a 17 de julho e o 44º Mundial de Ginástica Artística, na Antuérpia, Bélgica, de 30 de setembro a 6 de outubro. Ele também mira uma nota maior: 16.000 pontos.

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Sobre a pressão de enfrentar mais cobranças na próxima temporada por ser campeão olímpico, o técnico Marcos Goto acentuou que a receita é trabalho.

“Vamos continuar com o nosso trabalho. Não vou fazer pressão nem me sentir pressionado. Vamos fixar objetivos e trabalhar para isso e o caminho pode ter vitórias e derrotas. O Arthur não precisa ganhar tudo o que disputar, mas sim ter metas – finalizou Goto, que foi eleito pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) como o melhor técnico individual”.

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